Posts Tagged ‘Review’

Shogun: O War 2.0!

pic145843_mdSexta passada, fui ao CDD dos correios ver se ainda havia correspondência atrasada por conta da greve e lá estava uma das famosas e temidas cartinhas da Receita Federal… Já sabia que era o Shogun (já que a única coisa que faltava chegar era ele), mas pensei que teria de deixar para buscar segunda, por conta da aula que teria no mestrado. Eis que, 15 minutos depois, me telefonam cancelando. O universo conspira a favor da nerdice!

Lá fui para a receita ter meu rico dinheirinho arrancado pelo leão. Mas uma vez superada a dor da perda financeira, fui atrás de organizar o pessoal para jogar. Segui para a casa de um amigo que está de férias. Peguei uma cópia do manual em inglês, ele uma em espanhol e coisa de meia hora depois já estávamos na fase de testes.

Pois bem, vamos ao que interessa. Shogun é um belo jogo de tabuleiro onde cada um dos jogadores representa um Daimyo (espécie de senhor feudal) e candidato ao shogunato (chefe militar) do Japão do Século 16, na disputa pelo poder no período Sengoku (1467 a 1573). A idéia básica do jogo é administrar risco e recursos com o objetivo de somar mais pontos em um período determinado, de modo a adquirir a supremacia no território. Read the rest of this entry »

Shining Force

Shining_Force“Em eras a muito esquecidas… A Luz lutou contra as Trevas pelo controle do mundo.

Dark Dragon liderou as maléficas hordas das Trevas. Os Anciões lutaram de volta com os poderes da Luz. Dark Dragon foi derrotado e enviado para outra dimensão. O Lorde das Trevas jurou retornar em 1000 anos.

O tempo passou e Dark Dragon foi esquecido por todos. Dez séculos de paz governaram as terras de Rune. Até o que reino de Runefaust trouxe guerra e medo a Rune. Hordas de criaturas do mal assolaram todas as terras.

Aqui e ali, fortalezas do Bem ainda se mantêm… à espera de um herói que possa empunhar os poderes da Luz!” Read the rest of this entry »

Jace vs. Chandra

1Você joga Magic: The Gathring? Eu, aos trancos e barrancos, venho jogando desde 1994. Minha última pausa foi de cerca de dois ou três anos, mas recentemente voltei a brincar com as cartinhas. Para me ajudar a pegar a manha novamente e lidar com as novidades das mecânicas do jogo, comprei um kit de baralhos temáticos prontos, da série Duel Decks, o kit  temático “Jace vs. Chandra”.

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Este kit é composto de dois baralhos prontos para jogar um contra o outro e incluem algumas das cartas “clássicas” e muitas novas. Entre as grandes novidades, está a inclusão de cartas especiais de Planinautas.  Estas cartas foram fator crucial na minha decisão de compra, pois  são novidade total no jogo, não sendo nem magia e nem criatura e que potencialmente alterando bastante a mecânica do Magic em si.

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Resenha: Robin’s Laws of Good Game Mastering

rbggHoje vamos falar do Robin’s Laws of Good Game Mastering (traduzindo para o português, fica algo como “As leis para mestrar bem de Robin” – há um trocadilho no título original, pois “Law” significa lei em inglês e o sobrenome do autor é “Laws”, o plural de “Law”), um livrinho bastante famoso lá fora mas que infelizmente (como é comum) não tem versão nacional. O livro foi escrito por Robin D. Laws (Feng Shui, Hero Wars e outros), tem capa mole e somente 33 páginas e embora originalmente custasse apenas $10.00 dólares, hoje em dia, não sai em canto algum por menos de $30.00. A idéia do livro é ser uma ferramenta genérica para que mestres possam mestrar melhor, portanto, não há foco específico em um ou outro jogo e as dicas são aproveitáveis basicamente por qualquer pessoa que mestre.
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Resenha: Star Wars Roleplaying Game (2nd Edition)

11Faz um tempinho que não postava resenha de algum RPG por aqui por total falta de tempo, pois é mais rápido “parir” artigos da minha cabeça do que reler trechos dos meus livros para não errar na resenha. Tenho uma resenha do Robin’s Laws pela metade, também uma do “core book” de Rifts, e mais outra proto-resenha de Nobilis. Dei uma fuçada nisso aí este fim de semana, mas nada me animou. Resolvi escrever sobre um RPG de Star Wars, pois andei falando dele estes dias com o pessoal do meu grupo e estava com a idéia na cabeça. Demorei uns três ou quatro segundos para escolher se iria puxar da prateleira o d20 ou o d6 e o jogo da West End Games quase pulou na minha mão antes de eu puxá-lo: é meu favorito entre os dois!

Pois bem. O livro, de autoria de Bill Snith, tem 176 páginas, pontualmente exibindo fotos dos filmes clássicos para ilustrar aspectos do jogo. As gravuras não têm a qualidade das dos livros mais atuais, mas fazem bem seu papel. O livro é escrito em um inglês de fácil compreensão e as regras estão em linguagem direta e muito clara, não deixando muita margem para dúvidas (afinal, com o sistema d6 da WEG, não tem erro). O livro traz muita coisa baseada nos filmes originais, como equipamentos, veículos, raças alienígenas, descrição de planetas e etc. Tudo o que você precisa para jogar está no livro básico. Read the rest of this entry »

Resenha: Scion Hero

scionherocoverEm Scion:Hero, os jogadores assumem o papel de filhos de divindades dos mais variados panteões e se engajam na luta milenar contra os Titãs. Muita gente define o jogo como um “Exalted modernoso”, mas a despeito do sistema em comum e das “aloprações exaltadas”, Scion traz uma experiência diferente e tem um sabor que é só seu. Particularmente, gosto mais do Scion do que do Exalted, embora não seja exatamente um grande fã de qualquer dos dois.

Pois bem, o jogo publicado pela White-Wolf foi e cujo o desenvolvimento foi encabeçado por John Chambers (Aberrant, Mage 3rd e Exalted 2nd), é apresentado em um volume de capa dura com 334 páginas. A arte é muito bonita e só de admirá-la o jogador já entra no clima de fantasia moderna. As páginas que apresentam os panteões e suas divindades, são todas coloridas, ao passo em que o restante do volume é impresso em tons de cinza.

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Resenha: Dragonlance Fifth Age

fa-box3A esta altura do campeonato todo mundo que lê isso aqui já deve estar ciente de que sou um grande fã dos jogos de ficção científica. No entanto, nem só de sci-fi vive o homem e isto é especialmente verdade quando o homem em questão é um rpgista. Apesar de não ser um entusiasta do D&D (coisa que quase todo mundo parece ter se tornado de uns anos para cá) eu sou um entusiasta de um dos grandes cenários do D&D, o Dragonlance, que para mim é o cenário de fantasia medieval mais divertido de mestrar (aliás, é o que estou mestrando atualmente)  e fico especialmente entusiasmado quando falo do sistema de RPG moldado especialmente para o Dragonlance, o sistema Saga (ok, sei do Marvel Adventure game que também usa o sistema Saga, mas não interessa, este é “O” sistema para se jogar Dragonlance).

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Entrevista na Jambô Editora

ElefantãoOlá pessoal. Mais uma segunda e novamente estou aqui, mas esta semana não trago nenhuma resenha como de costume, mas sim uma entrevista. Tive de vir inesperadamente aqui para o Rio Grande do Sul para visitar meu avô que anda meio adoentado e aproveitei para visitar o pessoal da Jambô Editora, que publica Mutantes & Malfeitores, Tormenta e Reinos de Ferro.

O entrevistado foi o Guilherme Dei Svaldi, editor da Jambô e claro, leitor do Pensotopia. Espero que vocês curtam e que perdoem minhas eventuais falhas jornalísticas (afinal sou advogado, não jornalista – hehehe).

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Resenha: Twerps

aaaaaaaaaEsta semana fiquei dividido entre uma resenha de Dragonlance 5th Age ou uma de Scion, fiz metade da resenha de cada um dos jogos e no fim das contas acabei me decidindo pelo Dragonlance. Como é o jogo que estou mestrando atualmente para um grupo muito empolgado, perguntei aos jogadores e alguém queria participar da resenha escrevendo um ou dois parágrafos sobre suas impressões a respeito do jogo… Mas ninguém fez nada durante a semana, sábado tivemos uma sessão de RPG-Churrasco que consumiu o dia todo e domingo, bem domingo é domingo… Acabei esperando tempo demais e não saiu!

Pois bem, hoje de manhã me vi com duas resenhas pela metade e sem condições de terminar qualquer uma delas. Peguei-me pensando em algum jogo que fosse simples a ponto de eu poder escrever uma resenha em meia hora, sem ter de pegar nenhum livro para me lembrar de nada mas também sem ser injusto com o jogo. O primeiro título que me veio à mente foi o Twerps.

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Resenha: Tagmar

Tagmar

Segunda de carnaval, todo mundo de ressaca (e/ou sem dormir por conta da cerimônia do Oscar) e cá estou eu, gastado pontinhos de força de vontade para trazer minha resenha semanal, que quase não sai, pois passei a semana passada toda lendo Scion para poder mestrar para o pessoal do meu grupo que não viajou no feriadão. Bem, não é do Scion que quero falar hoje, mas sim de um jogo nacional. O auto-intitulado primeiro jogo de RPG genuinamente brasileiro, o Tagmar.

Faz facilmente uma década que não mestro este jogo, o que me obrigou a dar uma geral rápida no livro básico antes de escrever, portanto já peço desculpas desde logo caso me esqueça de alguma coisa muito relevante.

Para quem não conhece, Tagmar é um jogo de fantasia medieval no melhor estilo Tolkieniano, com elfos, anões, hobbits (que no livro são chamados simplesmente de pequeninos), humanos e todo o resto. Além disso, há toques de culturas e mitologias variadas (como a celta e a nórdica por exemplo) mas o clima que impera no cenário é de Europa medieval. O jogo, lançado em 1991, é apresentado em um livro de capa mole, publicado pela extinta editora GSA e é de autoria de Ygor Morais, Marcelo Rodrigues, Julio Augusto e Leonardo Nahoum. O interior é todo em preto e branco e a arte, varia de razoável a muito ruim.

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Lembranças
Memória
Atividade neural