Resenha: Rifts Ultimate Edition

Marcando meu triunfante Retorno às páginas do Pensotopia (bem, mais ou menos) depois de um 2010 praticamente sem RPG, vou começar postando a resenha de um dos meus jogos de RPG favoritos, um verdadeiro clássico, que a despeito de seu sucesso mundo a fora, infelizmente nunca chegou por aqui. Falo do Rifts.

Este jogo é o carro chefe da Palladium games e se baseia no sistema genérico chamado de, adivinhem só, Palladium System. Nesta resenha vou tratar da edição mais recente do Rifts, a Ultimate Edition, um livro de capa dura (coisa não muito comum entre as publicações da Palladium) e com um ótimo acabamento. A diagramação foi melhorada, mas o jogo em si, apesar do nome “pomposo”, é basicamente o mesmo jogo da edição anterior.

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Resenha: Robin’s Laws of Good Game Mastering

rbggHoje vamos falar do Robin’s Laws of Good Game Mastering (traduzindo para o português, fica algo como “As leis para mestrar bem de Robin” – há um trocadilho no título original, pois “Law” significa lei em inglês e o sobrenome do autor é “Laws”, o plural de “Law”), um livrinho bastante famoso lá fora mas que infelizmente (como é comum) não tem versão nacional. O livro foi escrito por Robin D. Laws (Feng Shui, Hero Wars e outros), tem capa mole e somente 33 páginas e embora originalmente custasse apenas $10.00 dólares, hoje em dia, não sai em canto algum por menos de $30.00. A idéia do livro é ser uma ferramenta genérica para que mestres possam mestrar melhor, portanto, não há foco específico em um ou outro jogo e as dicas são aproveitáveis basicamente por qualquer pessoa que mestre.
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Resenha: Scion Hero

Em Scion:Hero, os jogadores assumem o papel de filhos de divindades dos mais variados panteões e se engajam na luta milenar contra os Titãs. Muita gente define o jogo como um “Exalted modernoso”, mas a despeito do sistema em comum e das “aloprações exaltadas”, Scion traz uma experiência diferente e tem um sabor que é só seu. Particularmente, gosto mais do Scion do que do Exalted, embora não seja exatamente um grande fã de qualquer dos dois.

Pois bem, o jogo publicado pela White-Wolf foi e cujo o desenvolvimento foi encabeçado por John Chambers (Aberrant, Mage 3rd e Exalted 2nd), é apresentado em um volume de capa dura com 334 páginas. A arte é muito bonita e só de admirá-la o jogador já entra no clima de fantasia moderna. As páginas que apresentam os panteões e suas divindades, são todas coloridas, ao passo em que o restante do volume é impresso em tons de cinza.

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Resenha: Dragonlance Fifth Age

A esta altura do campeonato todo mundo que lê isso aqui já deve estar ciente de que sou um grande fã dos jogos de ficção científica. No entanto, nem só de sci-fi vive o homem e isto é especialmente verdade quando o homem em questão é um rpgista. Apesar de não ser um entusiasta do D&D (coisa que quase todo mundo parece ter se tornado de uns anos para cá) eu sou um entusiasta de um dos grandes cenários do D&D, o Dragonlance, que para mim é o cenário de fantasia medieval mais divertido de mestrar (aliás, é o que estou mestrando atualmente)  e fico especialmente entusiasmado quando falo do sistema de RPG moldado especialmente para o Dragonlance, o sistema Saga (ok, sei do Marvel Adventure game que também usa o sistema Saga, mas não interessa, este é “O” sistema para se jogar Dragonlance).

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Resenha: Twerps

Esta semana fiquei dividido entre uma resenha de Dragonlance 5th Age ou uma de Scion, fiz metade da resenha de cada um dos jogos e no fim das contas acabei me decidindo pelo Dragonlance. Como é o jogo que estou mestrando atualmente para um grupo muito empolgado, perguntei aos jogadores e alguém queria participar da resenha escrevendo um ou dois parágrafos sobre suas impressões a respeito do jogo… Mas ninguém fez nada durante a semana, sábado tivemos uma sessão de RPG-Churrasco que consumiu o dia todo e domingo, bem domingo é domingo… Acabei esperando tempo demais e não saiu!

Pois bem, hoje de manhã me vi com duas resenhas pela metade e sem condições de terminar qualquer uma delas. Peguei-me pensando em algum jogo que fosse simples a ponto de eu poder escrever uma resenha em meia hora, sem ter de pegar nenhum livro para me lembrar de nada mas também sem ser injusto com o jogo. O primeiro título que me veio à mente foi o Twerps.

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Resenha: Tagmar

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Segunda de carnaval, todo mundo de ressaca (e/ou sem dormir por conta da cerimônia do Oscar) e cá estou eu, gastado pontinhos de força de vontade para trazer minha resenha semanal, que quase não sai, pois passei a semana passada toda lendo Scion para poder mestrar para o pessoal do meu grupo que não viajou no feriadão. Bem, não é do Scion que quero falar hoje, mas sim de um jogo nacional. O auto-intitulado primeiro jogo de RPG genuinamente brasileiro, o Tagmar.

Faz facilmente uma década que não mestro este jogo, o que me obrigou a dar uma geral rápida no livro básico antes de escrever, portanto já peço desculpas desde logo caso me esqueça de alguma coisa muito relevante.

Para quem não conhece, Tagmar é um jogo de fantasia medieval no melhor estilo Tolkieniano, com elfos, anões, hobbits (que no livro são chamados simplesmente de pequeninos), humanos e todo o resto. Além disso, há toques de culturas e mitologias variadas (como a celta e a nórdica por exemplo) mas o clima que impera no cenário é de Europa medieval. O jogo, lançado em 1991, é apresentado em um livro de capa mole, publicado pela extinta editora GSA e é de autoria de Ygor Morais, Marcelo Rodrigues, Julio Augusto e Leonardo Nahoum. O interior é todo em preto e branco e a arte, varia de razoável a muito ruim.

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Resenha: SLA Industries

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Para variar, catei na prateleira mais um jogo de ficção científica, com uma dose massiva de elementos cyberpunk, mas que desta vez tem o diferencial de trazer uma boa dose de horror e claro, armas enormes e sangue (aliás, muitas armas enormes e muito sangue, mesmo tratando-se de um jogo cyberpunk). Este meus caros, é um legítimo RPG Lombardi: você ouve falar, mas nunca vê! Trata-se do SLA Industries (se pronuncia “slay”, que significa assassinar), um jogo escocês do qual quase todo rpgista já ouviu algo a respeito, mas muito poucos jogaram de fato, daí o status de jogo Cult que SLA Industries acabou adquirindo.

A primeira edição do SLA vinha em um livro de capa mole (que por sinal tinha a fama de se desmanchar). A versão revisada (ou 1.1 para os íntimos) é a que tenho aqui em casa, sendo, portanto a que vou abordar nesta resenha. Ela vem em um livro de capa dura, publicado pela Nightfall Games, escrito por Dave Allsop e contando 304 páginas. O livro, no entanto, ainda guarda alguns problemas de revisão, pois tem alguns parágrafos contraditórios ou vagos e de difícil compreensão (especialmente na sessão de regras). Além disto, ainda é possível encontrar alguns trechos no livro onde o texto soa incompleto ou faz alusão a coisas que simplesmente não estão onde deveriam estar. Particularmente, acho a leitura do manual do SLA Industries bastante desagradável (chega ser frustrante algumas vezes), mas quando tudo está lido e você sente que o jogo “está na sua cabeça”, vale a pena. Para concluir, a arte é muito boa e em geral passa bem a tônica de violência e desespero que permeia o jogo e o acabamento físico do livro é ótimo.

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Resenha: Noumenon

Olá mais uma vez pessoal. Hoje trago para vocês a resenha de um dos jogos mais bizarros que já adquiri: Noumenon. Pessoalmente, nunca tinha ouvido falar do jogo e o adquiri por conta da minha gana por conhecer sistemas de cenários diferentes do usual (para não mencionar a compulsão por colecionar os livros, claro) e fiquei abismado com o grau de abstração e introspecção que este jogo requer. Este é simplesmente o jogo mais maluco que já li.

Uma vez li num fórum que para se chegar perto da idéia do que é Noumenon sem jogar, a pessoa tem de imaginar uma mistura de Lost com o filme Cidade das Sombras (Dark city) e Alice no país das maravilhas, com uma pitada de Silent Hill e em uma estória escrita por escrita por William S. Burroughs (cuja literatura abordava basicamente suas experiências regadas a ópio). Outro comentário que li por ai que define bem este jogo é o de que se Salvador Dali criasse um RPG, seria este. Da pra sentir o drama?

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Resenha: Pendragon

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Atendendo a um milhão de pedidos que foram feitos (ok, devem ter sido uns três), hoje farei minha primeira resenha de um jogo de Fantasia Medieval: Pendragon.

O jogo não é muito conhecido no Brasil, mas é muito bem conceituado lá fora, tanto que já está na 5ª edição. A autoria é de de Greg Stafford (Call of Cthulhu, RuneQuest, Nephilim, HeroQuest e muitos outros). O jogo se baseia nas lendas Arturianas e tem como foco reviver a glória dos cavaleiros em uma Bretanha fantástica. Como eu tenho na minha coleção apenas a 1ª edição (lançada em 1985) e a 5ª (de 2005) e não conheço bem as edições entre uma e outra, esta resenha não se aterá muito a edição alguma.

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Resenha: Paranóia

Olá novamente pessoal. Comecinho de mais uma semana e cá estou eu novamente. Hoje é dia do maior RPG de todos os tempos, do jogo supremo, do cenário dos cenários, do sistema dos sistemas: PARANÓIA. Sorria e balance a cabeça em anuência cidadão, exato, ame Paranóia, pois não gostar deste jogo é traição e traição é punida com a morte… Pois bem, mantenha seu laser à mão, não confie em ninguém e vamos lá!

Trata-se de um jogo de ficção científica (eu não disse que adorava jogos Sci-Fi?) de autoria de Greg Costikyan (Toon, Violence, Price of Freedom, Star Wars RPG 2nd Ed.). O jogo saiu  originalmente pela West End Games e no Brasil pela Devir, mas ao que me consta não vendeu muito por aqui pois nenhum dos excelentes suplementos do jogo jamais foi lançado pela Devir. O livro básico tem capa mole colorida e interior em preto e branco, e tanto a edição nacional quanto a original tem cerca de 140 páginas. A Devir, para manter a quantidade de páginas próxima à do original, removeu alguma ilustrações presentes na edição em inglês, de modo que a edição original é mais bem ilustrada que a brasileira (pois é, caparam o livro).

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