Resenha: Rifts Ultimate Edition

Marcando meu triunfante Retorno às páginas do Pensotopia (bem, mais ou menos) depois de um 2010 praticamente sem RPG, vou começar postando a resenha de um dos meus jogos de RPG favoritos, um verdadeiro clássico, que a despeito de seu sucesso mundo a fora, infelizmente nunca chegou por aqui. Falo do Rifts.

Este jogo é o carro chefe da Palladium games e se baseia no sistema genérico chamado de, adivinhem só, Palladium System. Nesta resenha vou tratar da edição mais recente do Rifts, a Ultimate Edition, um livro de capa dura (coisa não muito comum entre as publicações da Palladium) e com um ótimo acabamento. A diagramação foi melhorada, mas o jogo em si, apesar do nome “pomposo”, é basicamente o mesmo jogo da edição anterior.

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100 anos de Kurosawa

1910-2010

1910-2010

Não sou um grande cinéfilo, mas gosto muitos de filmes clássicos. E os filmes que que recomendo para os Rpgistas são os do cineasta Akira Kurosawa, que completaria 100 anos hoje, se estivesse vivo. Kurosawa tem uma característica muito peculiar, ele era mestre nas adaptações. Adaptou clássicos da literatura ocidental para uma linguagem japonesa, transcrevendo com competência estes mitos universais em um mundo completamente distinto da obra orginial, como em “O trono manchado de sangue” e “Ran”.

O que aprender com Kurosawa? Continue reading

Feedback!?

feedbackOlá pessoal. Ando meio sumido por conta de um trabalho de fim de semestre do mestrado (e em menor medida do trabalho propriamente dito), mas tirei crítico em um teste de furtividade e consegui dar uma fugidinha para postar. Prometo que em breve vão começar a sair novas resenhas. Já tenho algumas prontas que estou apenas “retocando” e recentemente adquiri mais umas raridades para minha coleção de livros de RPG  e conforme for lendo, vou resenhando. Pois bem, “simbora”, pois o tempo urge!

Às vezes, aquela aventura que deixou você, mestre, empolgadíssimo enquanto a escrevia não pega de jeito os jogadores? Eles simplesmente não parecem estar gostando tanto quanto você imaginou que fossem gostar? Não se borram de rir do seu personagem que serviria de alívio cômico? Bocejam ao invés de pular das cadeiras com ódio quando descobrem que quem pensavam ser seu maior aliado é em verdade seu arquiinimigo? Ficam entediados nas cenas sociais? Capengam de sono quando você descreve uma cena muito detidamente? Seus problemas acabaram, conheça o “feedback”!

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10 Regras do mestre de RPG exemplar

1231Já que postei aquilo que considero serem as 10 regras do jogador de RPG exemplar, resolvi preparar o que considero serem as regras do mestre exemplar. As três primeiras regras, dedicação, comprometimento e sinceridade, são compartilhadas, afinal, estes são atributos desejáveis em todo rpgista, mas claro, no caso do mestre, abordagem é diferenciada conforme o leitor deve notar.
Já jogo RPG faz um bom tempo e pelos últimos 12 anos (mais ou menos) tenho me dedicado privativamente a mestrar, pois é do que realmente gosto no RPG. Assim, creio que a lista de regras a seguir seja razoável, embora não seja à primeira vista tão incisiva quanto à que elaborei sobre os jogadores, pois mesmo conhecendo muita gente que mestra, joguei com muitos poucos mestres. Deste modo, o que estou listando são defeitos de mestres que identifiquei a partir das reclamações dos zilhões jogadores que conheci pela vida e mesmo defeitos que excluí de minha própria índole conforme amadurecia.
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Algumas dicas para mestres iniciantes (ou nem tanto)

Este fim de semana vou viajar, então não sei se vou conseguir por uma resenha no ar no começo da semana que vem – daí este artigo “extra”. Até comecei a escrever algumas, mas terminar são outros quinhentos (acho que esta coisa de blog está me rendendo uma DDA – rsrsr). Pois bem, me lembrei que algum tempo atrás havia postado estas dicas para mestres na minha comundade do Orkut (olha o jabá), de modo que agora vou postar aqui também. São apenas linhas gerais do que considero ser o básico para se conduzir uma aventura legal e minimante organizada.

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