Todos os pensamentos na categoria ‘D&D’

Ventos da Guerra: Capítulo 9

Pensado por Danielfo Em março - 5 - 2010

Tersyphonne

Allis e Thon se reuniram com Ualfo e Valkíria e foram explorar o quarto de Noco. Valkíria empurrou a cama forrada de finos lençóis, virando-a. Ficou a cargo da guerreira de abrir o alçapão, que revelou uma escada para uma sala escura. Thon amarrou um lampião a sua corda e o desceu cuidadosamente, iluminando a sala abaixo. Um cheiro de sangue foi tomando conta do quarto, vindo do porão. Eles desceram para a sala e viram que havia uma pira, com vestígios de cinzas nela, o cheiro ocre vinha de uma parede negra, que sangrava.

O dracomago apagou a chama do lampião. Por um momento, sentiram o cheiro do sangue arrefecer. Thon, com sua infravisão, vê o sangue ser absorvido pela parede e resolveu o enigma. O fogo fazia a parede sangrar e fraca chama do lampião produziu o efeito. Os halflings eram estranhos e Valkíria tinha certeza do que imaginava. Eles saíram do porão e decidiram voltar ao bosque. Já tinham investigado coisas de mais. Leia o restante do pensamento

Ventos da Guerra: Capítulo 8

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 26 - 2010

O Medalhão

Após ouvirem a canção, pediram licença aos cantores e saíram. Retornaram pelo mesmo caminho a passos lentos.  “Como poderia aquela música possuir tanta vidência”, indagavam-se. A letra não se referia apenas a Fei Kazu, mas também a Argon de Lentis, o paladino dourado mais famoso que se tem notícia. Houve uma acalorada discussão acerca da relevância dos detalhes, que poderiam ter sido passados pelo próprio ranger aos halflings pespeludos.

- Nada mais nos resta a fazer aqui. – alerta Hagen.

- Não podemos desistir ainda, estamos muito mais próximos. – reluta Abimalek.

- Estamos perdendo tempo, Abimalek, temos que avisar sobre a entrega da carta.

- Já está tarde, de qualquer maneira não sairíamos hoje. Vamos ficar na aldeia e assistir o espetáculo deles de novo. – media Aurora. Leia o restante do pensamento

Visão sobre o X EJRPG-CG

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 23 - 2010

O X Encontro de Jogadores de RPG de Campina Grande, ocorreu durante o carnaval, dentro do maior evento ecumênico   cercado por um outro encontro de intolerância cristã, o Encontro da Nova Consciência.

Como esperado, tínhamos mesas de jogos, card games, a turma old schooler, a news school, os fãs de jogos de tabuleiro, de video game, as pessoas que erraram de evento, os curiosos. Nas arquibancadas,  os veteranos com seus olhares superiores, as belas mulheres atraíndo todos olhares, os namorados destas belas meninas, cautelosos, a nova geração, os aposentados do RPG… em suma todos os tipos que poderiam aparecer. Dentro da turma de visitantes, estiveram Elisa, Daniel Ramos e Allana,  os paraibanos do Paragons, sendo que a última veio com a loja de Camisetas Pano pra Manga, em sociedade com Eudes Roany.  Leia o restante do pensamento

Detalhando Atributos: Força

Pensado por Danielfo Em janeiro - 26 - 2010

Ele tem a Força

Ele tem a Força

Reinicio a série de artigos que revê com mais profundidade os atributos de D&D. Após falar sobre Carisma, Constituição e Destreza, pela ordem, irei falar sobre Força. A priori, não haveria muito o que se falar do assunto, pois é mais objetivo que o Carisma, por se tratar de um atributo explícito. A Força influencia nas chances do personagem atacar, no dano que ele provoca em ataques físicos e também nas proezas que exigem menos sutileza e mais ação. Chute a porta e prossiga.

Em todos os sistemas a Força modifica o valor do dano, mas em Dungeons & Dragons ela altera também as chances de acertar um oponente. Isso não é um unanimidade no RPG, vide GURPS por exemplo. Há uma suposição de que o personagem forte tem mais firmeza nas mãos e consegue manejar melhor as armas, brandi-las com eficácia é sinal de que o ataque sairá melhor, independente do PJ ter boa mira. A diferença seria apenas descritiva, como podemos ver abaixo : Leia o restante do pensamento

Mandando Bahamut dar um passeio…

Pensado por Will Figueiredo Em janeiro - 13 - 2010

Lotus Light Side.

Lotus Light Side.

Nem sempre o material oficial de algum jogo de rpg nos é agradável. E por muitas vezes, para jogadores e narradores pouco flexíveis o que é publicado oficialmente é canônico, sagrado e imutável. Grande sacrilégio, desgraça e maldição ocorrem para o pobre indivíduo que não segue as linhas auspiciosas do livro oficial. Por sorte, estou jogando em um grupo de rpg que me permite criar e otimizar aspectos que considero “sem graça como um chuchu”. Em linhas gerais, um amigo meu me convidou para jogar D&D 4ed, e como adoro culturas exóticas e diferentes resolvi criar algo temático oriental. Os panteões disponíveis nos livros bebem oficialmente de mitologias européias, e esta tríade que apresento a todos vem de lendas e mitos chineses. Espero que apreciem de coração e que todos possam viver tempos interessantes em 2010.

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Ventos da Guerra: Capítulo 2

Pensado por Danielfo Em dezembro - 11 - 2009

O Teleporte

A agitação na cidade era normal em Welfareland quando chegavam visitantes. O Feudo de Simack Allis – grande herói yoriano tornado senhor feudal jandita graças a um bom casamento – não costumava receber viajantes desde que um pacto firmado entre o lorde com Arina - a Deusa da Fauna e da Flora – salvara o povo da fome anos atrás. A localidade recebera um suprimento perene de alimentos para coleta, entretanto as novas árvores surgidas destruíram os campos e invadiram as casas e vias. Protegidas pelo poder da Deusa, as árvores não podem ser cortadas, sob pena de maldição mortal, o que acabou gerando um transtorno aos servos do Lorde Simack. Anos mais tarde, o próprio senhor sofreria com a insatisfação dos servos ociosos. A vida, tornada pacata, se reaviva com a chegada de estrangeiros, que sempre traziam rumores.

A fofoca corria solta nos corredores úmidos da casa senhorial. Os amigos do Conde Simack acabavam de chegar nas muralhas, com eles traziam um caixão. Rafael, o castelão – cujo o senhor feudal nunca lembrava o nome – fazia os preparativos para o encontro. O castelão sabia que não precisava se esforçar muito, pois o rústico conde não dava importâncias aos trabalhos servis dele e sabia que as falhas se apagariam quando o senhor dele se reunisse com os amigos de velha data. Leia o restante do pensamento

O Pensotopia

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