Depois de um mês de trabalho, revisei, ampliei e melhorei o jogo divulgado no #FVM2013. A capa foi feita por Alan Silva, do Estúdio House Rules, que também tá na luta.
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Playtest FVM2013: Alternatrix
Retorno com minha iniciativa de testar os jogos em beta teste pelo Brasil a fora. Afinal se não é para jogar porque fazer e divulgar? No fórum do Garagem havia uma iniciativa nesse sentido e informei que ia testar alguns jogos do FVM2013. Eu estava esperando o resultado da primeira etapa, já divulgado pela Secular Games, para fazer o review da minha sessão de Alternatrix, o jogo que criei para o concurso.
Pena que o jogo não passou para a fase seguinte, o que vai fazer muita gente olhar torto para o jogo, porém achei muito positivas as “críticas” da Secular Games em relação ao jogo.

Meu primeiro playtest: Beat’emUP!
Decidi começar uma série de testes de jogos independentes, dessa safra nova que está saindo nos concursos. Minha escolha inicial foi o Beat’emUp! RPG, que muita gente já leu e comentou. Mas como acho que você só conhece o jogo jogando fui levar o teste na real. Continue reading
Palimpsestos: Antologia Feérica – A Miríade
Inspirado na seção de Diários de Campanhas apresentada por Danielfo, prossigo com mais uma edição de Palimpsestos. Neste caso, não Os Escritos de Kantelleki (textos do próprio autor), mas uma coletânea de textos de outros autores organizada pelo gnomo,e intitulada Antologia Feérica.
O poema, abaixo, foi nomeado A Miríade por tratar-se dos feitos de membros da família élfica Estrela Noturna (Nightstar). Foi escrito por Devland, filho bastardo (meio-elfo) de Taredd, orador-lorde da família, após ter visto o pai morrer bravamente na Guerra de Myth Drannor. Apesar de apresentar forte estrutura épica, o poema ainda contém muitos elementos líricos. Na campanha de meu grupo, um menestrel declamou esse poemeto épico em banquete jogado na nossa última sessão.
Fiasco: 300 Picaretas
A Retropunk liberou para download o novo cenário para Fiasco, desenvolvido pelo D30 e pelo Pensotopia ( Marcos Silva).
SINOPSE:
“Nas noites de Brasília, cheias de mordomia, todos os gastos são pardos”
- Millôr Fernandes
Quando um esquema de corrupção acaba em fiasco, ele ganha um título sofisticado de uma operação da polícia federal, invadindo em seguida sua casa, através de seu telejornal favorito. E mesmo em Brasília, local perfeito para tramóias e maracutaias, mesmo com a conhecida proporção tão adequada de 300 picaretas para cada 2,5 milhões de habitantes, ainda assim as coisas podem terminar de maneira muito errada.
Clique aqui para ir ao link do download no sítio da Retropunk.
Concurso SMRB – Tempo de Eleição
Estamos prestes a ver o segundo round do concurso Seu Mundo na Redbox. No dia 7 do corrente mês os textos de um milheiro de palavras serão apresentados. Para os 54 classificados, que suaram para encaixar suas ideias, desejo sorte. Contudo, pela mecânica do concurso SMRB, talvez a sorte não seja a melhor companheira.
A primeira fase do concurso foi bastante imprevisível. Com apenas 140 caracteres, metade dos cenários não conseguirem impressionar os eleitores e caíram no ostracismo (o que não implica que que estão mortos). Mesmo os mundos classificados não puderam apresentar todo seu potencial. Porém a primeira fase serviu para revelar o tamanho do eleitorado.
Como o eleitor tinha que votar em todos cenários, cotando-os entre 1 e 3 estrelas e o mundo com pior classificação teve 874 estrelinhas, isso implica que no máximo votaram 874 pessoas (votos válidos). Já que foram 110 cenários inscritos, e que os competidores devem ter votados em si, implica que de eleitor mesmo só foram no máximo 764.
Agora quantos foram os partidários de cada Mundo-candidato? A própria Redbox consentiu com o pedido de votos de maneira sutil. Eu devo ter conseguido pelo menos uns 3 votos no meu cenário (desclassificado), imagino que os vencedores devam ter tido mais êxito. Posso supor então que se cada concorrente, dos 110, tenha conseguido ao menos três amigos, teríamos 440 votos de cabresto. Sobraram apenas 324 eleitores de fato. Esses que decidiram a eleição.
A segunda etapa é bem mais complicada. Se um eleitor imparcial da primeira etapa analisou todos os cenários, leu cerca de 15.400 caracteres. Na segunda etapa, se ele tiver disponibilidade de ler a mesma quantidade de caracteres, lerá apenas 3 ou 4 mundos, dos 54!
Provavelmente a maioria vai só passar os olhos para conferir todos. Logo os que forem mais chamativos terão mais votos. Todavia há um detalhe a ser considerado: saíram do páreo 57 cenários e com eles um grande número de eleitores, membros do curral eleitoral dos desclassificados! Isto trará grandes reviravoltas para os classificados.
Por via das dúvidas, distribuam santinhos!
ULTIMATE – Os Mundos Caídos de Old Dragon

Dragões, Deuses, Guerras e Cataclismos!!!
Será que seus cenários mal votados são tão ruins assim? Ninguém nunca saberá. E se juntássemos todos eles num só? Será que todos juntos valiam por um? Leia e confira.
ULTIMATE
Antes só existia uma raça, algo caiu do céus e liberou uma luz que as transformou em várias outras formas de vidas. Um mundo diferente mas ao mesmo tempo tão familiar, lar dos enigmáticos Nemchtaws, dos misteriosos Bedablos e muitos outros exóticos seres. Os antigos deuses perdem espaço para um novo deus opressor, e a magia antiga luta contra os avanços tecnológicos. O deus da magia criou uma raça de seres chamados Arcanos. O primeiro deles chamado Borg recebeu conhecimento mágico e compilou o Magonomicon.
Os deuses caíram. A guerra deixou o mundo coberto por caos, destruição e morte. Os sobreviventes tentaram manter a esperança que lhes restaram. Os Forjadores, que com seus artefatos permitiam qualquer pessoa usar magia, são ameaçados pelos Arcanos, os verdadeiros senhores da magia. Os Novos Deuses-Colossos, na ascensão da raça triunfante, aventuram-se juntos aos dragões, que governavam.
A tecnologia ancestral de Deuses ausentes ainda funcionava e um Cristal mágico tentava moldar a realidade a sua imagem. No outrora glorioso reino de Tamait, os dragões foram expulsos pelas artes arcanas. A superfície foi corrompida pela magia, agora os humanos viviam nos reinos dos anões subterrâneos, temendo e explorando o mundo superior.
Após séculos do cataclismo místico, totalmente desprovidos de tecnologia, o planeta vivia a era do despertar da magia e do fantástico. O Pacto dos Dragões foi quebrado. A magia arcana, que fora ensinada por demônios – emissários dos deuses caídos – à humanos e elfos há séculos, reapareceu em Milennia. Em Evel, os elfos, únicos detentores das artes arcanas,considerando-se seres superiores e mesmo estando divididos escravizaram os Humanos e Anões. Um poderoso mago meio-elfo ameaçou o mundo com um exército de demônios, enquanto reis e líderes de vilas tentaram se unir contra essa ameaça.
Uma aliança entre nações que pôs fim em anos de guerra se rompia graças a quase total extinção da magia oriunda da chama negra do oeste. Após milênios de guerra, o Abismo derrotou o Paraíso e os novos deuses foram aniquilados – agora, os demônios voltam seus olhos ao Plano Material. Em um mundo aonde a fé não mais existia, os antigos deuses supremos regressaram para acertar as contas com a raça humana. Os deuses castigaram a terra, assolando-a com entidades místicas criadas para punir aqueles responsáveis pelas catástrofes. A única ligação entre o mundo material e as divindades, eram os Paladinos-mor. Traídos, deixaram o glorioso mundo às mãos mortais.
Vivia-se em uma guerra ancestral. Dragões e semi-deuses, eternos rivais, nomeiam seus campeões. Não importa quem vencia, o mundo sofreria. Os Dragões resolveram reconquistar o mundo que uma vez já foi deles e a maior parte do mundo foi dominada. Apenas alguns reinos resistiam.
A guerra entre os dragões se arrastou por eras. Os que lutavam pela liberdade de Sirion eram poucos. A cobiça e a fúria dos dragões era imensa. Os homens sempre fizeram seu próprio destino, mas isso os têm afastado da luz direto para as garras dos Grandes Dragões, um grupo de seres gigantescos com poderes divinos, que desceram na terra e escravizaram todas as raças. O único Herói do mundo extirpava o Mal quando caiu durante a batalha final. As hostes retornaram vorazes e os reinos clamaram por defensores. O mundo voltou a sentir o medo e uma guerra pelo controle do centro de Sharen começou,os arautos do destino planejavam o retorno do Deus da Morte .

Eu já falei dos dragões e dos cataclismos?
Farundir foi abalada por paradoxos temporais e nódulos mágicos instáveis e era o palco de inúmeras intrigas e conspirações pelo poder. Após o Tempo do Gelo, o sol voltou ao céu. Os povos saíram dos covis, reconstruíram cidades e portos e partiram ao mar em busca de tesouros . Os habitantes da Terra Protegida voltaram a explorar o mundo que foi destruído. Exilados em uma terra selvagem, um povo inteiro tinha que reaprender a sobreviver, lidar com criaturas selvagens e antigos segredos profanos. Os dragões ainda eram reis no continente. O povo vivia na paz que se esticava como uma corda tensa. O novo mancha de azul a Era Vermelha. Três reinos e sete relíquias onde Elfos não passavam de lendas e anões não eram mais vistos. Povos distintos, ligados aos deuses, para os quais garras,presas,espadas, pistolas e magia elemental eram as armas.
O mundo, sem memória, procurava sua História perdida, enquanto um antigo mal renascia. Após uma guerra vampírica, a igreja dominou as mentes , o governo largou a corrupção e os mortos da guerra levantaram como povo. Em Aspor, continente repleto de mistérios e segredos onde um grupo de cidades-estado governavam soberanas e lutavam entre si por riquezas, terras e poder, uma União de Estados surgia da guerra. Guildas lançavam homens aos céus, construíam maravilhas e dominavam a nova politica.
Os piratas dominavam o mar, mas agora enfrentam o desafio vindo do céu. A guerra entre mar e o ar está por estourar, até mesmo em terra . Sob a dádiva de uma estrela, povos lutavam pela supremacia racial e o domínio de um metal místico, ameaçados por um pesadelo interdimensional. As nações do continente precisarão se unir para salvar -ou destruir- a magia no planeta, pois o Império Arcanocrata, após séculos de domínio do povo lagarto, querem reconstruir o velho império, enquanto suas sombras espreitam nos bastidores do poder.
Usei a maior parte dos cenários desclassificados, que estão listados abaixo nessa ordem de aparição. O que acharam?
- Estranho mundo de Bizzonia
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Zelkyra
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Nova Era – A queda dos Antigos
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Magonomicon
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Ytrium
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Forjadores
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Colossus – A Ascensão
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Ahirat
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Tamait
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Gruna
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Magia & Fantástico: O Despertar
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Milennia
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Cetus
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Dark War
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Arkanius
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As guerras Elementares
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Tirrus
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Antilegomena – Entre Virtudes e Vícius
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Perpétua
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Morgdan
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Ira dos Dragões
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Draconia
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Valares – O Mundo dos Homens
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The Kingdon Of The Nephelim
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Harünyah
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Eodum
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Farundir
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Mares Errantes – Velhos Dragões e Novos Piratas
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Sileo
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Adventur
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Era Vermelha
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Sangue e Glória
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Amberblades
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Lendas de Drakonia (A Era do Ferro e Vapor
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A engrenagem
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Aspor
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Demi-Monde
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Arquipélago Maldito
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Estelar
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Asgardia – Contos de um Mundo Renascido
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Ahrlia
Old Dragon -Eleição de Cenários

O período eleitoral começou mais cedo na blogosfera. A partir de hoje, e até 26 do corrente mês, está aberta a fase de votação para o concurso Seu Mundo na Redbox.
Na primeira fase, se inscreveram 110 cenários (é isso mesmo!). E a Redbox inventou um sistema bem interessante para reduzir o voto de cabresto no concurso. Apenas um voto por IP e, o mais interessante, os votantes são obrigados a avaliar todos os cenários inscritos. Acabou a garapa de mandar a avó votar no que estava escrito no bilhetinho. Bem bolado, rapaziada.
Os 55 cenários mais bem votados passam para a segunda fase. Estão esperando o que para votar no cenário feito pelos fãs? Clique aqui para virar Juiz Eleitoral.
Meu encontro com Ariano Suassuna
Todos já estão carecas de saber que estou desenvolvendo Lajedos & Lagartos, o RPG Cabra da Peste. Quem acompanhou desde o começo ou baixou a versão rascunho sabe que um dos pilares do jogo é a obra do Ariano Suassuna. De minha parte é uma audácia sem tamanhos ousar compilar toda a cultura nordestina assim na caradura e transformá-la num jogo de contar histórias. Como saber se estava realmente no caminho certo? Só consultando o criador da obra: Ariano Suassuna.

Foi uma honra sem tamanho encontrar a lenda viva.
Ariano foi de uma gentiliza encantadora. Certamente foi a pessoa mais velha que eu tive que explicar o que era RPG! Ele ficou muito interessado no jogo que usou a Pedra do Reino como um dos livro de base. Ele folheou o meu humilde rascunho. Leu a introdução do texto e corrigiu os versos que eu tinha feito para o jogo, explicando o que era RPG, para que ficassem fiéis à métrica das sextilhas dos cantadores. Ariano aperfeiçoou o meu texto, cantou o meu poema, o que mais eu poderia querer?

Ariano folheando a nova versão 0,2 de Lajedos.
Aproveitei a oportunidade para tirar dúvidas em alguns conceitos que me utilizo no jogo, pois quero que fiquem fiéis a nossa cultura. Após explicar o que pensava, ele ficou muito encantado com o caminho que estava seguindo e me disse que eu estava indo no caminho certo. Ele inclusive brincou que quem estava aprendendo era só ele, já que ele não sabia o que era RPG até o momento.

A maior lição que aprendi foi de simplicidade
Recebi as bênçãos de um Imortal que inclusive me contou detalhes secretos do seu livro! E de quebra, Ariano ainda me confidenciou algo que fiquei quase em lágrimas: ele adorou o nome do jogo. Para Ariano, Lajedos & Lagartos casou perfeito com a obra dele. Ele me disse que um lagarto em um lajedo era simplesmente a cena de abertura da primeira adaptação da peça O Auto da Compadecida para o cinema e que aquilo tinha muita carga para o que eu estou construindo. Muitas pessoas criticaram a escolha do nome do jogo. Agora o nome escolhido está sacramentado.
Aguardem pessoal, a versão seguida está sendo feita com muito carinho.
Concurso FVM 2012
Precisei interromper minhas férias RPGísticas para ajudar a divulgar essa notícia.
Para todos os RPGistas, entusiastas do game design, a segunda edição do concurso Faça Você Mesmo (FVM 2012) da Secular Games está para começar. A folga do carnaval continua sendo o período escolhido pelos Seculares (será que podemos chamá-los assim) para realização do concurso. A iniciativa da Secular tem um espírito “punk” muito bem vindo, que certamente atrairá todos aqueles que curtem a discussão e o prazer que envolve a criação de jogos em nossa língua materna. Se você também é mais um que adora criar por criar e discutir por discutir, sem pretensões megalomaníacas e mirabolantes, certamente esse concurso vai lhe interessar.
Sigam os piados da Secular Games no twitter @seculargames e abusem da hashtag #FVM2012.
Mais detalhes sobre o concurso no site da própria Secular Games:
Concurso Faça Você Mesmo de Criação de Jogos 2012
Espero ver o Garagem RPG mais uma vez cheio de ideias e discussões interessantes sobre game design.
Boa sorte e muita inspiração aos participantes.


