Archive for the ‘RPG’ Category

O Fracasso do RPG Nacional

Conversando com um grande amigo (Marcos Batata), sobre sistemas de RPG, a conversa pairou sobre Lajedos & Lagartos, o jogo que estou desenvolvendo. Enquanto Old Dragon já está bem adiantado, rumando para sua versão final, L&L ainda está em fase de produção, eu diria no início, dada a magnitude do projeto.

O foco da discussão era a simplicidade das regras e o objetivo delas em passar o clima do cenário. O casamento das duas gera jogos excelentes, como foi Defensores de Tóquio, que conseguia passar o clima dos seriados japoneses com perfeição inigualável. Quando 3d&t tentou ser genérico, o sistema se mostrou falho em diversos pontos.

Falando sobre ambientações dos sistemas, percebemos que os RPGs ditos nacionais, de nacionais têm muito pouco. A grande maioria das tentativas de criarem jogos nacionais resultarem em sistemas ou genéricos ou baseados em temáticas consagradas em jogos estrangeiros. Treva se baseou no sucesso de Vampiro e Tagmar tentou pegar carona em D&D. Trevas nunca chegou perto de ameaçar o sucesso do sistema inspirador, nem Tagmar, que tenta se reerguer.

Outra tentativa é tentada agora: Old Dragon. Read the rest of this entry »

Morte inoportuna

Durante um bate-papo na comunidade AD&D no Orkut, o colega Rafael Beltrame, do Vorpal, fez a seguinte pergunta:

“O que fazer quando um jogador perde o personagem antes do fim do jogo?”

Nenhum mestre quer proteger os pcs, sob pena de ficar desmoralizado. Quando o desafio é facilitado,  o jogador sente que está preso em uma animação com roteiro fabricado, não em uma partida de RPG.  Por isso, o mestre dificulta as coisas.

Também sabemos que toda a aventura bem planejada tem um propósito e tanto jogadores quanto DMs querem que o objetivo seja alcançado. Mas o mestre é parecido com jogador perna-de-pau de futebol neste aspecto: quer ajudar o time, mas vive atrapalhando.

Explico. É o mestre que coloca os desafios, de certa forma ele impede que o objetivo se cumpra mesmo quando quer que seja atingido. Mas quando os dados não ajudam, tá lá um corpo estendido no chão!

O que o mestre faz agora? Read the rest of this entry »

Monstros Malignos:Planeta dos Gnolls

Gostei muito de escrever sobre monstros malignos desprezados (e 1d10 leitores também). Vou prosseguir a série iniciada pelos trolls, com um monstro de nome parecido, mas completamente diferente.

Para aqueles que não conhecem, gnolls são criaturas humanóides semelhantes a hienas.  Os gnolls são monstros  de baixa inteligência e comportamento tribal, com sociedades regidas pelo membro mais forte.  Que tal melhorar esta descrição mixuruca, contida nos livros dos monstros?

Como no post anterior, antes de começar a turbinar a descrição do monstro é legal pegar uma referência para se trabalhar na ideia. No caso, que exemplo seria mais apropriado que a hiena. Read the rest of this entry »

Resgatando a Espada

Esqueça tudo que você sabe sobre espadas, provavelmente você não sabe de nada.

Reclaming the Blade é um documentário que revela não só a espada, mas também as artes marcias esquecidas da Europa Medieval, a importância do cinema na preservação do mito envolta da arma e o trabalho de vários grupos para fazer a as artes dos guerreiros renascerem.

Este é o trailler sem legendas:

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Monstros Malignos:Trolls agindo como trolls

Um dos desafios que os mestres de D&D possuem em criar histórias interessantes é fazer que os monstros tenham comportamentos particulares. Você olha para seu gato e para seu cachorro ( mesmo que você não tenha, já deve ter visto um desses na vida) e consegue identificar padrões gerais de comportamento. Um cachorro se ralando nas suas pernas quando quer alguma coisa ou um gato pulando em você, fazendo festa, não são comportamentos que se possam esperar desses animais.

Então, qual a diferença entre os monstros? Hobgolins, orcs, ilithids, kobolds (e tantos outros) são malvados. O jogo disse, acabou, não tem esta frescura de relativizar o comportamente pelo ponto de vista.  Eles são maus!!! Doa a quem doer (assunto para um outro post). Todavia,  se você perguntar para qualquer um a diferença entre um hobgoblins, um troglodita e um orc, dificilmente alguém vai saber te responder algo diferente de pvs, dvs, xp, CA e outras estatísticas do jogo. Onde está o monstro?

O que pretendo é dar aos monstros identidade, detalhando habitat e socieade, me baseando nas características da criatura para  “temperar” um poouco as coisas.  No processo espero inspirar outros mestres a fazerem o mesmo. Afinal, os troll do meu mundo, não precisam ser iguais aos do seu. Porém,  os troll do norte  e do sul do seu jogo não precisam ser iguais. Você pode incluir variações regionais se não estiver à vontade  com as mudanças que sugerirei. Read the rest of this entry »

Teoria Quântica da Magia

Em qualquer civilização que se preze, não basta apenas viver a vida e saber fazer as tarefas de maneira adequada. Assim que os homens conseguem sobreviver aos perigos do mundo, logo começam a arranjar mais trabalho para si mesmos. E um dos piores desafios que o homem conseguiu arranjar foi se perguntar o porquê das coisas?

Em um mundo fantástico uma das perguntas mais intrigantes seria: por que a magia existe? Porém, num mundo fantástico, o porquê talvez nem fosse tão difícil de encontrar, “Por vontade divina” seria uma resposta muito aceitável, portanto a pergunta a se responder nem fosse de fato o “por que”, mas o “como”. Read the rest of this entry »

Ajoelhou tem que rezar

Os clérigos são das classes com maior potencial para criação de personagens e também NPCs. Uma variedade de deuses e culturas produzem sacerdotes diversos, desde anões brandindo os martelos de Moradin à halflings rezando para Yondalla.  Não pretendo abordar o tradicional “como o seu clérigo se veste e age” e sim outra coisa bem mais rara na blogosfera, pelo menos não encontrei nada publicado a respeito. A pergunta que faço é: como seu clérigo reza?

O jogador se preocupa apenas com o repertório de magias que o seu personagem clérigo tem, quantas usa por dia, os domínio que envolvem, este monte de coisas que a mecânica do jogo nos obriga a aprender. O mestre vai ainda mais longe na pilantragem, os clérigos NPCs estão sempre precavidos, com as melhores magias para todas as situações que os jogadores podem imaginar, de um modo que renderia outro artigo só para isso. Read the rest of this entry »

Evento de Lançamento do Livro do Jogador 2

Divulgação

O grupo Confraria RPG em parceria com a loja Mastery, Anime & Game Store estará organizando neste sábado, dia 24 de Abril, o evento de lançamento do Livro do Jogador 2. O evento será como um Game Day, a diferença é que será apenas a nível nacional. Teremos uma aventura para personagens (já prontos) de 11º nível.
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Monstros de toda cor

O Dungeon Compedium, mantido pelo Old School colega Corvus, publicou dias atrás um texto sobre a cor dos goblins, onde investiga porque  a cor verde  virou padrão. O artigo é muito interessante, recomendo. Ele levantou contudo outras constatações interessantes. Qual a cor dos monstros?

O livro dos monstros de AD&D elenca as cores dos pequenos goblins, mas também fala sobre outros monstros, que apresentam não variedades explícitas. Vejam o caso dos homens-lagartos: monstros hominídeos com aparência de lagartos (óbvio ,né?). Mas onde o livro fala que tipo de largartos eles são assemelhados? Em nenhum lugar, o livro da segunda edição apenas esclarece que há uma raça mais primitiva que a outra e mais nada fala. Charles Darwin ficaria intrigado. Read the rest of this entry »

D&D Game Day na Paraíba

O grupo Confraria RPG anuncia o 1º D&D Worldwide Game Day de 2010. Os Game Days são mini-eventos que tem como proposta reunir jogadores de RPG para se divertirem juntos em um só lugar, buscando uma maior interação entre os jogadores de RPG da cidade e expandir/divulgar o nosso hobby. Neste Game Day será o lançamento internacional o Player’s Handbook 3 e o lançamento nacional do Livro do Jogador 2.

Os eventos acontecerão na Paraíba, nas cidades de Campina Grande – onde já ocorreu no ano passado-  e também -pela primeira vez- em João Pessoa.
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Lembranças
Memória
Atividade neural