O sol está ainda longe do poente e ilumina bem a torre vermelha de quatro andares, no alto da colina da velha catedral. Dois ladinos chegam oportunamente na hora menos guarnecida. Um tesouro se localiza em uma daquelas salas. Os ladinos percebem que as portas de ferro são instransponíveis e o portal para o calabouço da torre está lacrado. Não há sinal de que alguém os espreite das muitas edificações silenciosas em volta deles.
Os jovens observam o alvo, ocultando-se aos dos vigilantes ocultos da torre vermelha. Movem-se dissumulados, sem chamar atenção dos olhares que poderiam estar nas contruções vizinhas. Aqueles olhos, mesmo sem vínculo com a chamativa construção principal, poderiam arriscar o objetivo dos ladinos se achassem que a aproximação deles lhes fosse hostil.
O acesso direto é impossível, mas há um modo de entrar: uma placa rígida se projeta na parede de uma construção vizinha. Os ladinos não perdem tempo, sobem na placa, e com um pouco de esforço, escalam a parede íngrime com a ajuda da borda de uma janela e atingem a sacada. Leia o restante do pensamento

Pensem bem, uma raça que vive por séculos: belos, poderosos, sábios e imortais. Invejados e amados com igual veemência. Já se perguntou por que os elfos não dominaram todos os cenários de RPG em que se encontram? Ambientações por aí lançam vários argumentos: invasões por elfos negros, saída do mundo para uma terra além-mar, um grande dragão assolando a terra; sempre uma desculpa fantasticamente esfarrapada para evitar o inevitável, mas esqueceram do óbvio…


















