Só pra não dizer que não estou fazendo mais nada. Um hangout air feito ontem, onde falamos sobre Monstros Inteligentes e Vilas medievais entre outros assuntos que atormentam os mestres de Fantasy de qualquer sistema.
Eu sou fã de desenhos japoneses. Gosto deles porque eles tem um final. Para a minha geração, não como ter escapado de Cavaleiros do Zodíaco, uma exceção a essa regra, ele nunca acaba. A séria clássica, exibida ainda na manchete por aqui, parou no meio. Muitos anos depois, foi concluída com louvor, apesar da qualidade dos episódios caírem durante as fases (Santuário, Inferno e Elísios).

No mangá, saíram várias séries paralelas: Next Dimension e Lost Canvas e também a Série G, dedicada aos Cavaleiros de Ouro. Destas, Lost Canvas se transformou OVAs obras-primas. Porém, mesmo aclamada por uma legião de fãs piratas, a série foi cancelada. Lost Canvas, contudo, elevou ao Oitavo Sentido o nível da expectativa em torno da série. Os furos e as coisas que torravam o CELEBRO que ocorria na sério clássica passaram a não ser mais tolerados.

Cavaleiros de Aço? Só quero ver pelas costas.
Todavia, mesmo Lost Canvas remete à serie clássica, pendente de conclusão. Sai um OVA no cinema, o Prólogo do Céu, gerando ainda mais expectativas em torno de um desfecho. Todos queremos ver a cara de Zeus, O verdeiro inimigo, nas telas. Tudo isso porque, segundo minha teoria, Athena não se comporta como os deuses mitológicos. Enquanto eles estão bravos com a humanidade que os esqueceu, e por isso querem destruí-la, Athena, agindo com uma deusa cristã, se sacrifica e absorve os pecados da humanidade. Porém, ao contrário de JC, que só tinha um bando de apóstolos covardes, Athena tem fieis Cavaleiros de Bronze, prontos para defendê-la.

Agora entendo a expressão: Sangue de Cristo tem poder!
Porém, eis que chega Saint Seiya Omega passando uma rasteira em todos. A série se passa 13 anos após a conclusão da série. Conclusão que NUNCA foi feita, diga-se de passagem. A cada um dos capítulos, um lágrima de sangue verte no meu cosmo. Visualmente as armaduras estão toscas, parecendo que de Armaduras de Bronze cairam para Corseletes de Couro Acolchoado. As gemas das armaduras (ideia roubada da Fase Asgard) substituíram as estilosas caixas. O cosmo, agora está cheio de variantes formando um jokenpô tirado de Pokemon! E para piorar, as lutas são muito enfadonhas e os golpes especiais, que todo mundo usava brincando, agora é feito com maior alarde. Um cavaleiro comemorar porque usou um Meteoro de Pégaso? Quem já se viu?

Te passo a vara moleque!
E com se tudo isso, não bastasse, Shun nessa série vai sair redimido, ele deve ter comido Shunrei para que o filho de Shiryu tenha nascido gay daquele jeito! Desejo do fundo do meu coração que a maldição dos deuses continue, e assim como a série clássica e Lost Canvas, essa série termine sem fim.
Nesse domingo, aconteceu aqui em João Pessoa o mais aguardado evento paralelo ao evento de RPG ARENA. Meus amigos de longa data do grupo homônimo vêm promovendo com regularidade na capital paraibana uma série de mini-encontros, entre eles o Old Dragon Day, o Dia de Tormenta e agora o Arena das Peças, de longe o maior.
Num domingo pela manhã, de manhã de sol, numa capital litorânea, com show do eterno Beatle, em Recife, e um concurso aguardado para o mesmo dia, eu não esperava ver alguém além dos organizadores por lá. Ledo engano. Segue abaixo o resultado.
Jogo tinha de monte, como previ. Eu levei toda minha coleção para dar uma força. E para jogar também. Afinal qual é a graça de ir a um encontro e ficar usando Ofuscação? Isso não é live de vampiro, Nem Gurps Praça É Nossa!
Joguei um pouco de Puerto Rico, pela primeira vez com cinco jogadores. O jogo funciona bem com qualquer combinação, e é bastante interessante as mudanças de estratégias quando se muda o número de pessoas na mesa.
Como a graça são os comentários, não os fatos, surgiu a ideia de montar um jogo chamado de Presídio Rico, nossa versão do jogo afamado. Algumas das mudanças seriam, ao invés de milho, índigo, açúcar, tabaco e café, teríamos celular, maconha, crack, facas e armas. Quem conseguisse levar mais desses itens ao presídio (na fase da Visita Íntima) acumularia mais pontos de rebelião. Quem tivesse mais pontos no fim do jogo, quando estoura o confronto, domina o presídio. Se quiserem depois eu publico a variação dos papéis, mas isso fica para depois.

Com a partida de Puerto Rico interrompida, partimos para Pandemic. O jogo é ótimo. O desafio que parecia fácil no início, quase no derrubou, mas vencemos. Externo aqui o meu protesto: estou faz 2 meses esperando o diabo da expansão desse jogo e nem a USPS, nem a CoolStuff sabem o paradeiro. Tá vindo de jegue.
Dica: nunca pensam nada pela modalidade de frete First Class. Tem horas que chega rápido, mas quando demora… e no fim nem é tão barato assim.
A manhã foi agitada, mas o encontro estava ainda despertando. E a organização já estava satisfeita com 3 ou 4 mesas de jogo.
Pelo período da tarde, o público veio chegando e enchendo as mesas. Optei por jogar os jogos dos outros e parti para uma partida de Last Night on Earth. Apanhamos mais da consulta às regras do que dos zumbis, cujo time acabou vencendo. Vitória contestada e sobre protesto dos perdedores inconformados. Aproveitei e gravei uma “video resenha” com as explicaçõe das regras pelo Professor em Tabuleirologia Tiago Deividy (que não autorizou a publicação desse video).
Ainda tenho que jogar uma partida de Shotgun Diaries, para comparar as experiência entre jogos de zumbis. Para mim, achei o rpg indie com cara de jogo de tabuleiro sem tabuleiro. Preciso mestrar para tentar fazer essa estranho desafio entre os dois modelos de jogos de mortos-vivos. Minha reclamação sobre o Last Night é o fato desses zumbis atravessarem paredes. São zumbis ou fantasmas? A desculpa de “zumbis encontram brechas” não me convenceu (desculpas de perdedor).
E terminamos a noite com uma partidinha de D&D: Castle of Ravenloft. Um boardgame isca para quem ensinar os novatos a jogarem RPG. Você jogo as missõeszinhas do jogo, vai até o segundo nível. Se pergunta como pode ir até o terceiro e eis que surgem os livros da 4 Edição na sua frente. A vantagem é que você pode aproveitar as seções de mapa e as miniaturas, muito bem detalhadas por sinal, para usar no jogo de RPG. Apesar de não ter gostado tanto do jogo, quanto do RPG, admito que é uma iniciativa fantástica. Quem sabe a Redbox, que já vende miniaturas, num futuro não muito distante, não possa se inspirar na mesma ideia. Já pensaram? Old Dragon “O Castelo do Poleiro das Gralhas” BOARDGAME (ou algum nome menos ridículo).
Sim, João Pessoa agora tem um evento oficial só para Jogos de Tabulerio Boardgame. É o Arena das Peças, com a proposta de ser um evento mensal, sem ambições megalomaníacos e com o único intuito de unir os fãs de boardgames da cidade e apresentar o jogos ao público.
Já faz um bom tempo que os jogos de tabuleiro, ou Board Games, retornaram para as mesas de vários gamers no mundo inteiro. Esse retorno se dá devido à modernização dos board games, isto é, os jogos de tabuleiro se tornaram dinâmicos, com grande interação e complexidade tática, mas que não deixam de ter regras simples. Desta forma muitos Board Games são chamados de jogos de tabuleiro modernos. No Brasil o hobby vem crescendo exponencialmente, na maioria dos casos por meio de jogadores que adquirem seus jogos em lojas internacionais. Mas é válido notar que alguns jogos modernos estão sendo lançados aqui no Brasil, como o Colonizadores de Catan, Domínio de Carcassone e Summoner Wars.

Imagem meramente ilustrativa
Seguindo o crescimento do hobby surgem vários eventos em todo o país, como o Castelo das Peças , Trampolim da Aventura e a Torre das peças eventos esses que buscam popularizar os jogos de tabuleiro modernos além de, obviamente, reunir pessoas para compartilharem boas horas de diversão.
Desta forma, o grupo ARENA RPG anuncia o Arena das Peças, um evento que tem como objetivo a reunião de pessoas que desejam conhecer, discutir sobre ou simplesmente jogar Board Games. Os eventos acontecerão na cidade de João Pessoa, em um sábado ou domingo de cada mês (sim, será um evento MENSAL!). O Arena das Peças não será limitado apenas a Board Games, também terão mesas de RPG e card games.
A primeira edição do Arena das Peças acontecerá no dia 22/04, das 9h às 20hs, na Escola Municipal Aruanda, localizada no Bairro Bancários.
A entrada é gratuita.
Jogar Board Games é uma atividade lúdica, sadia, que promove a interação social e pode até mesmo ter efeito terapêutico! Não deixem de participar.
Bons jogos!
-Grupo Arena
Eu vou levar os meus jogos e quem sabe conseguir jogar uma partida de Diplomacy!
Segue o mapa, valeu Tiago Deividy
Esse era o monstro d&dístico que faltava estrelar um filme: o bulette.
O nome do filme tosco é Sand Sharks e ainda vai ter gente que vai baixar. Que SOPA que nada, um filme desse que deveria ser crime.
Esse video foi indicação do meu conterrâneo e xará, o “birosqueiro” Daniel Ramos.
Pense num joguinho que ficou no clima de Lajedos & Lagartos. Parabéns aos desenvolvedores.
Hoje resolvi fazer um plantão de recesso no Pensotopia e postar um vídeo que eu vi no Gizmodo.
Quer saber como uma espada inteligente se sente? Veja o filme abaixo.
Harry Potter, no cinema, já está quase no fim. Só não terminou logo porque alguém teve a brilhante ideia de pegar os livros enormes e dividir em dois filmes. Poderiam até ter feito isto em alguns dos filmes anteriores e feito mais grana.
Não quero falar sobre o último filme em si, mas de elementos dele. Sempre que assisto a um filme de Harry Potter faço as mesmas ponderações em relação ao RPG. Nas entrelinhas do filme eles nos mandam mensagens subliminares, que são: Continue reading
Depois de uma onda de filmes terríveis usando a tecnologia 3D apenas com fins de aumentar o valor da bilheteria, como o podre O Último Mestre do Ar e o dispensável Fúria de Titãs, finalmente um filme de ação onde o 3D funciona. Eu não digo “que puxa, mas que filme 3D maravilhoso”, mas é algo que você não sai com a sensação de ter sido lesado. Filmes gravados com tecnologia IMAX realmente têm chance de sobrevivência, os demais deveriam ser banidos e os criadores executados em praça pública por heresia.
Como filme de ação, Resident Evil: Afterlife é empolgante e procurou ser fiel a franquia de jogos na qual foi baseado. Para quem pensou que depois do final do terceiro filme, o jogo se tornaria um Parasite Eve (outro game surgido na era PSone), o filme logo dá um jeitinho para tudo se acertar.
O novo filme, apesar de ser de ação, tem elementos de terror ou sei lá como estão chamando estes filmes de monstros que não dão medo em ninguém. Porém, isso o tornou mais parecido com os demais filmes de zumbis (inclusive na canastrice de alguns personagens). Os mocinhos morrem com facilidade no decorrer da trama (mas não tanto quando no filme anterior).
Apesar de não ser o melhor filme de zumbi, nem ser o melhor filme de ação, para os jogadores de RPG ele é bem inspirador. Ele dá preciosas dicas em criar crônicas de zumbis. Continue reading