1º Arena das Peças – O resultado

Nesse domingo, aconteceu aqui em João Pessoa o mais aguardado evento paralelo ao evento de RPG ARENA. Meus amigos de longa data do grupo homônimo vêm promovendo com regularidade na capital paraibana uma série de mini-encontros, entre eles o Old Dragon Day, o Dia de Tormenta e agora o Arena das Peças, de longe o maior.

Num domingo pela manhã, de manhã de sol, numa capital litorânea, com show do eterno Beatle, em Recife, e um concurso aguardado para o mesmo dia, eu não esperava ver alguém além dos organizadores por lá. Ledo engano. Segue abaixo o resultado.

Parte dos jogos Disponíveis


 Jogo tinha de monte,  como previ. Eu levei toda minha coleção para dar uma força. E para jogar também. Afinal qual é a graça de ir a um encontro e ficar usando Ofuscação? Isso não é live de vampiro, Nem Gurps Praça É Nossa!

Joguei um pouco de Puerto Rico, pela primeira vez com cinco jogadores. O jogo funciona bem com qualquer combinação, e é bastante interessante as mudanças de estratégias quando se muda o número de pessoas na mesa.

Uma partida introdutória de Puerto Rico

Como a graça são os comentários, não os fatos, surgiu a ideia de montar um jogo chamado de Presídio Rico, nossa versão do jogo afamado. Algumas das mudanças seriam, ao invés de milho, índigo, açúcar, tabaco e café, teríamos celular, maconha, crack, facas e armas. Quem conseguisse levar mais desses itens ao presídio (na fase da Visita Íntima) acumularia mais pontos de rebelião. Quem tivesse mais pontos no fim do jogo, quando estoura o confronto, domina o presídio. Se quiserem depois eu publico a variação dos papéis, mas isso fica para depois.


Com a partida de Puerto Rico interrompida, partimos para Pandemic. O jogo é ótimo. O desafio que parecia fácil no início, quase no derrubou, mas vencemos. Externo aqui o meu protesto: estou faz 2 meses esperando o diabo da expansão desse jogo e nem a USPS, nem a CoolStuff sabem o paradeiro. Tá vindo de jegue.

Dica: nunca pensam nada pela modalidade de frete First Class. Tem horas que chega rápido, mas quando demora… e no fim nem é tão barato assim.

A manhã foi agitada, mas o encontro estava ainda despertando. E a organização já estava satisfeita com 3 ou 4 mesas de jogo.

Público do evento na parte vespertina.

Pelo período da tarde, o público veio chegando e enchendo as mesas. Optei por jogar os jogos dos outros e parti para uma partida de Last Night on Earth. Apanhamos mais da consulta às regras do que dos zumbis, cujo time acabou vencendo. Vitória contestada e sobre protesto dos perdedores inconformados. Aproveitei e gravei uma “video resenha” com as explicaçõe das regras pelo Professor em Tabuleirologia Tiago Deividy (que não autorizou a publicação desse video).

Ainda tenho que jogar uma partida de Shotgun Diaries, para comparar as experiência entre jogos de zumbis. Para mim, achei o rpg indie com cara de jogo de tabuleiro sem tabuleiro.  Preciso mestrar para tentar fazer essa estranho desafio entre os dois modelos de jogos de mortos-vivos. Minha reclamação sobre o Last Night é o fato desses zumbis atravessarem paredes. São zumbis ou fantasmas? A desculpa de “zumbis encontram brechas” não me convenceu (desculpas de perdedor).

Hero Quest 4º Edição

 E terminamos a noite com uma partidinha de D&D: Castle of Ravenloft. Um boardgame isca para quem ensinar os novatos a jogarem RPG. Você jogo as missõeszinhas do jogo, vai até o segundo nível. Se pergunta como pode ir até o terceiro e eis que surgem os livros da 4 Edição na sua frente. A vantagem é que você pode aproveitar as seções de mapa e as miniaturas, muito bem detalhadas por sinal, para usar no jogo de RPG. Apesar de não ter gostado tanto do jogo, quanto do RPG, admito que é uma iniciativa fantástica. Quem sabe a Redbox, que já vende miniaturas, num futuro não muito distante, não possa se inspirar na mesma ideia. Já pensaram? Old Dragon “O Castelo do Poleiro das Gralhas” BOARDGAME (ou algum nome menos ridículo).

 

Arena das Peças – Resenha Premonitória

É normal o clima de tensão durante os dias que antecedem algum tipo de encontro, festa ou evento que você organize. Por aqui, pela Paraíba, se organizar encontro de RPG é difícil, imagine um de Jogo de Tabuleiro Board Game.

Como não estou com paciência de ficar esperando as fotos do encontro ( que me chegam com tanto tempo de atraso que quase coincidem com um outro encontro), resolvi, sem nenum compromisso com a Ética jornalística, fazer a resenha do evento antecipada.

Ou melhor, uma resenha universal para todos os encontros de Board Game do Brasil

O Arena das Peças acontece no mesmo dia do Concurso da Caixa Econômica Federal. 

Se você não quer viver enfurnado num banco, vem por Arena você também, vem!

Arena das Peças – Encontro de Boardgame

Sim, João Pessoa agora tem um evento oficial só para Jogos de Tabulerio Boardgame. É o Arena das Peças, com a proposta de ser um evento mensal, sem ambições megalomaníacos e com o único intuito de unir os fãs de boardgames da cidade e apresentar o jogos ao público.


Divulgação:

Já faz um bom tempo que os jogos de tabuleiro, ou Board Games, retornaram para as mesas de vários gamers no mundo inteiro. Esse retorno se dá devido à modernização dos board games, isto é, os jogos de tabuleiro se tornaram dinâmicos, com grande interação e complexidade tática, mas que não deixam de ter regras simples. Desta forma muitos Board Games são chamados de jogos de tabuleiro modernos. No Brasil o hobby vem crescendo exponencialmente, na maioria dos casos por meio de jogadores que adquirem seus jogos em lojas internacionais. Mas é válido notar que alguns jogos modernos estão sendo lançados aqui no Brasil, como o Colonizadores de Catan, Domínio de Carcassone e Summoner Wars.

Imagem meramente ilustrativa

Seguindo o crescimento do hobby surgem vários eventos em todo o país, como o Castelo das Peças , Trampolim da Aventura e a Torre das peças eventos esses que buscam popularizar os jogos de tabuleiro modernos além de, obviamente, reunir pessoas para compartilharem boas horas de diversão.

Desta forma, o grupo ARENA RPG anuncia o Arena das Peças, um evento que tem como objetivo a reunião de pessoas que desejam conhecer, discutir sobre ou simplesmente jogar Board Games. Os eventos acontecerão na cidade de João Pessoa, em um sábado ou domingo de cada mês (sim, será um evento MENSAL!). O Arena das Peças não será limitado apenas a Board Games, também terão mesas de RPG e card games.

A primeira edição do Arena das Peças acontecerá no dia 22/04, das 9h às 20hs, na Escola Municipal Aruanda, localizada no Bairro Bancários.

A entrada é gratuita.

Jogar Board Games é uma atividade lúdica, sadia, que promove a interação social e pode até mesmo ter efeito terapêutico! Não deixem de participar.

Bons jogos!

-Grupo Arena


Eu vou levar os meus jogos e quem sabe conseguir jogar uma partida de Diplomacy!

Segue o mapa, valeu Tiago Deividy

http://maps.google.com/maps/place?cid=3313509597739890478&q=escola+municipal+aruanda&hl=pt-BR&ie=UTF8&ll=-7.144741,-34.843639&spn=0.000043,0.000043&t=m&z=15&vpsrc=0

Lajedos & Lagartos – Cavalhada

Esse conto é ambientado no Nordeste Fantástico de Lajedos & Lagartos.  Continuação do conto Poento Vermelho.


Dona Honorina estava aperreada. Tinha ficado viúva faz nem três anos e ter o filho único correndo perigo era mesmo que matá-la de vez. Uma viva de corpo e morta de alma. Seria o mesmo que eu perdesse Inácia, antes de me casar.

Icó era longe que só a peste para chegar numa carreira. Vesti minha véstia. Montei em Trovão e escolhi as montas dos outros. Estrela, para Da Luz, e o manso Janeiro para Seu Ernesto. Pilora, gostava do burro Sereno, mais devagar que os cavalos, mas de passo firme.

 Estavam os três me esperando, ali perto do curral das vacas. Da Luz me passou a munição e as armas, guardadas no quartinho de ferramentas da casa grande. No ombro de Pilora, estava Jerônimo, o papagaio inseparável, que ele trouxe da Bahia quando foi visitar a mãe dele. Diziam que a mãe dele batia bumbo e que o papagaio sabia alguns catimbós. Nem sei se levá-lo era sinal de sorte ou de azar, mas eu tinha mais no que me atarefar.

 - Vamos galopando até os cavalos não aguentarem e adispois vamos correndo? – ingadou-me Da Luz, com aquele jeito de menina.

- Para chegar em Icó e cair com a língua de fora, que ideia mais aprumada, Da Luz – disse Pilora. – Graciliano deve de tar escondido pelos matos, carece dessa pressa não!

- Se ele mandou aquele telegrama, mesmo que esteja escondido, Pilora, não deve estar seguro. Quanto tempo um homem aguenta sem comer nem beber, pelos matos, temendo até os vultos? – ponderou Ernesto, segurando o crucifixo, colocando-o por dentro da roupa.

- Eita povinho sem fé? Seu Graciliano é vivo, deve ter encontrado uma saída. Ele não é tão mole quanto vocês estão pensando. O aperreio dele deve ter sido grande. Vocês sabe que esse povo da Coluna quando chegam o que fazem. São como cangaceiros – falei.

- Piores, Firmino Seridó. Da outra vez demos sorte. Eles tem muita bala, tem treinamento do exército – Da Luz montou Estrela e continuou falando, prendendo os cabelos – se pegarmos eles de calças arriadas de novo, botamos eles pra correr. Dou um tiro no meio dos olhos do mais bem fardado e o resto corre três dias e três noites.

- Sem querer desmerecer tua mira, Da Luz, dessa vez eles já vão estar instalados e nós que estaremos chegando. Teremos que ter a força de Gideão para passar por eles – falou Ernesto, ainda atrapalhando para subir no cavalo.

- Pode ser que Da Luz ainda possa usar o plano dela – Firmino ajudou a Ernesto montar. – Eu não quero ir pela estrada, vai estar muito visada por aquele povo. Ninguém é besta de não proteger as entradas da cidade. Essa Coluna anda ligeiro e não tem nada de besta. Agora se a gente for pelos matos, vai cortando caminho seguindo a trilha do Sol, dá pra gente chegar na fazenda também.

- Tu é doido Seridó? – Gritou Pilora, que chega Jerônimo se espantou, batendo as asas. – Nunca que vamos chegar por dentro. É mais fácil esbarrar com cangaceiros ou pisar em cobra.

- Pode ficar sossegado. Eu conheço bem essas terras. Muito fazendeiro de Icó vem com o gado bem pertinho daqui. A rota é bem conhecida pelos vaqueiros e também pelos romeiros. Dizem que há um poço sagrado no meio do caminho da duas cidades. Se não chegarmos lá a tempo, não é por falta de milagres. – disse, tomando a frente da cavalhada.

- Já conversamos demais, eu já estou é montada. Avia, Seu Firmino! -ela ria, mas tinha nos olhos castanhos inequívocos sinais de preocupação.

Nós despedimos de Dona Honorina antes de partir. Ela nos deu a bênção. Quando galopamos olhei para trás, vi que ela estava parecendo que ia cair, mas se firmava. Tinha o coração na mão. Jurei para mim mesmo proteger o filho dela com a minha vida. Aquela santa mulher já sofrera demais nos últimos anos. Não merecia mais um desfecho trágico na vida.

Mirei o sol virando e corremos pelas caatingas. Me orientava pelas serras na paisagem. As serras de longe são todas azuis, sinal de que o céu e terra sempre estão próximos. Quando chegamos perto, as serras retomam sua cor. As serras são tão misteriosas quanto os céus. E só as serras, tão altas, que azulam, sabiam que o ocorria depois daquelas sete léguas.

ULTIMATE – Os Mundos Caídos de Old Dragon

Dragões, Deuses, Guerras e Cataclismos!!!

Será que seus cenários mal votados são tão ruins assim? Ninguém nunca saberá. E se juntássemos todos eles num só? Será que todos juntos valiam por um? Leia e confira.

ULTIMATE

Antes só existia uma raça, algo caiu do céus e liberou uma luz que as transformou em várias outras formas de vidas. Um mundo diferente mas ao mesmo tempo tão familiar, lar dos enigmáticos Nemchtaws, dos misteriosos Bedablos e muitos outros exóticos seres. Os antigos deuses perdem espaço para um novo deus opressor, e a magia antiga luta contra os avanços tecnológicos. O deus da magia criou uma raça de seres chamados Arcanos. O primeiro deles chamado Borg recebeu conhecimento mágico e compilou o Magonomicon.

Os deuses caíram. A guerra deixou o mundo coberto por caos, destruição e morte. Os sobreviventes tentaram manter a esperança que lhes restaram. Os Forjadores, que com seus artefatos permitiam qualquer pessoa usar magia, são ameaçados pelos Arcanos, os verdadeiros senhores da magia. Os Novos Deuses-Colossos, na ascensão da raça triunfante, aventuram-se juntos aos dragões, que governavam.

A tecnologia ancestral de Deuses ausentes ainda funcionava e um Cristal mágico tentava moldar a realidade a sua imagem. No outrora glorioso reino de Tamait, os dragões foram expulsos pelas artes arcanas. A superfície foi corrompida pela magia, agora os humanos viviam nos reinos dos anões subterrâneos, temendo e explorando o mundo superior.

Após séculos do cataclismo místico, totalmente desprovidos de tecnologia, o planeta vivia a era do despertar da magia e do fantástico. O Pacto dos Dragões foi quebrado. A magia arcana, que fora ensinada por demônios – emissários dos deuses caídos – à humanos e elfos há séculos, reapareceu em Milennia. Em Evel, os elfos, únicos detentores das artes arcanas,considerando-se seres superiores e mesmo estando divididos escravizaram os Humanos e Anões. Um poderoso mago meio-elfo ameaçou o mundo com um exército de demônios, enquanto reis e líderes de vilas tentaram se unir contra essa ameaça.

Uma aliança entre nações que pôs fim em anos de guerra se rompia graças a quase total extinção da magia oriunda da chama negra do oeste. Após milênios de guerra, o Abismo derrotou o Paraíso e os novos deuses foram aniquilados – agora, os demônios voltam seus olhos ao Plano Material. Em um mundo aonde a fé não mais existia, os antigos deuses supremos regressaram para acertar as contas com a raça humana. Os deuses castigaram a terra, assolando-a com entidades místicas criadas para punir aqueles responsáveis pelas catástrofes. A única ligação entre o mundo material e as divindades, eram os Paladinos-mor. Traídos, deixaram o glorioso mundo às mãos mortais.

Vivia-se em uma guerra ancestral. Dragões e semi-deuses, eternos rivais, nomeiam seus campeões. Não importa quem vencia, o mundo sofreria. Os Dragões resolveram reconquistar o mundo que uma vez já foi deles e a maior parte do mundo foi dominada. Apenas alguns reinos resistiam.

A guerra entre os dragões se arrastou por eras. Os que lutavam pela liberdade de Sirion eram poucos. A cobiça e a fúria dos dragões era imensa. Os homens sempre fizeram seu próprio destino, mas isso os têm afastado da luz direto para as garras dos Grandes Dragões, um grupo de seres gigantescos com poderes divinos, que desceram na terra e escravizaram todas as raças. O único Herói do mundo extirpava o Mal quando caiu durante a batalha final. As hostes retornaram vorazes e os reinos clamaram por defensores. O mundo voltou a sentir o medo e uma guerra pelo controle do centro de Sharen começou,os arautos do destino planejavam o retorno do Deus da Morte .

 

Eu já falei dos dragões e dos cataclismos?

Farundir foi abalada por paradoxos temporais e nódulos mágicos instáveis e era o palco de inúmeras intrigas e conspirações pelo poder. Após o Tempo do Gelo, o sol voltou ao céu. Os povos saíram dos covis, reconstruíram cidades e portos e partiram ao mar em busca de tesouros . Os habitantes da Terra Protegida voltaram a explorar o mundo que foi destruído. Exilados em uma terra selvagem, um povo inteiro tinha que reaprender a sobreviver, lidar com criaturas selvagens e antigos segredos profanos. Os dragões ainda eram reis no continente. O povo vivia na paz que se esticava como uma corda tensa. O novo mancha de azul a Era Vermelha. Três reinos e sete relíquias onde Elfos não passavam de lendas e anões não eram mais vistos. Povos distintos, ligados aos deuses, para os quais garras,presas,espadas, pistolas e magia elemental eram as armas.

O mundo, sem memória, procurava sua História perdida, enquanto um antigo mal renascia. Após uma guerra vampírica, a igreja dominou as mentes , o governo largou a corrupção e os mortos da guerra levantaram como povo. Em Aspor, continente repleto de mistérios e segredos onde um grupo de cidades-estado governavam soberanas e lutavam entre si por riquezas, terras e poder, uma União de Estados surgia da guerra. Guildas lançavam homens aos céus, construíam maravilhas e dominavam a nova politica.

Os piratas dominavam o mar, mas agora enfrentam o desafio vindo do céu. A guerra entre mar e o ar está por estourar, até mesmo em terra . Sob a dádiva de uma estrela, povos lutavam pela supremacia racial e o domínio de um metal místico, ameaçados por um pesadelo interdimensional. As nações do continente precisarão se unir para salvar -ou destruir- a magia no planeta, pois o Império Arcanocrata, após séculos de domínio do povo lagarto, querem reconstruir o velho império, enquanto suas sombras espreitam nos bastidores do poder.

Usei a maior parte dos cenários desclassificados, que estão listados abaixo nessa ordem de aparição. O que acharam?

  1. Estranho mundo de Bizzonia
  2. Zelkyra

  3. Nova Era – A queda dos Antigos

  4. Magonomicon

  5. Ytrium

  6. Forjadores

  7. Colossus – A Ascensão

  8. Ahirat

  9. Tamait

  10. Gruna

  11. Magia & Fantástico: O Despertar

  12. Milennia

  13. Cetus

  14. Dark War

  15. Arkanius

  16. As guerras Elementares

  17. Tirrus

  18. Antilegomena – Entre Virtudes e Vícius

  19. Perpétua

  20. Morgdan

  21. Ira dos Dragões

  22. Draconia

  23. Valares – O Mundo dos Homens

  24. The Kingdon Of The Nephelim

  25. Harünyah

  26. Eodum

  27. Farundir

  28. Mares Errantes – Velhos Dragões e Novos Piratas

  29. Sileo

  30. Adventur

  31. Era Vermelha

  32. Sangue e Glória

  33. Amberblades

  34. Lendas de Drakonia (A Era do Ferro e Vapor

  35. A engrenagem

  36. Aspor

  37. Demi-Monde

  38. Arquipélago Maldito

  39. Estelar

  40. Asgardia – Contos de um Mundo Renascido

  41. Ahrlia