Testando um formato intermediário, o Café Imaginário entra na agenda da Aliança RPG, uma ação para troca de experiências RPGísticas em língua portuguesa. Nesse episódio, temos uma sessão de jogo onde os pensadores Danielfo e Marcos Silva juntam-se aos podcasters portugueses João Mariano e Ricardo Tavares para testar o RPG indie Down Town.
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Duração: 65:00 min
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Bem, Pensotópicos, o que posso dizer mesmo? :)
Que nunca pensei ouvir a minha voz a mestrar um RPG? Sim, é verdade e arrepia só de ouvir tanto gaguejar e hesitação na voz. :P
Mas de resto fica patente a diversão e entusiasmo por detrás da experiência que vocês todos me proporcionaram com bastante generosidade, qualquer fosse o fuso horário onde estivessem. Obrigado!
E em especial a paciência do Marcos em editar aquela sessão que teve mais horas de conversa aleatória e interrupções do que propriamente de Roleplay, eh eh. :D
Viva a Aliança!
Excelente, o meu muito obrigado pelo playtest!
Para quando a parte 2?
Já agora, um reparo: os testes em investigação não servem para ver se o personagem conseguiu descobrir, mas para ver se descobriu de maneira a não levantar mais adversidade. O personagem recebe SEMPRE a pista que tem que receber.
A parte 2 já foi gravada, com bastante adversidade, e qualquer dia sai. :)
Se te estás a referir à questão do Teste de Investigação com recurso a Línguas posso-te dizer que a adversidade chega mas com atraso. :P
E chega mesmo!!!
Ora pois! Que interessante esse intercambio!
Como foi essa questão do fuso horário?
Gostei muito, parabéns! Que venha mais!
Foram apenas 4 horas de diferença, eh eh. Era fim de tarde no Brasil enquanto nós aqui já tínhamos jantado. :)
De minha parte obrigado pelos elogios. Obrigado por seu interesse.
Mais uma vez obrigado ao Marcos pela iniciativa de ter gravado e editado esta nossa grande conversa. Foi a primeira vez que joguei online por skype e espero que seja um actual play interessante para quem o ouvir.
Ainda vou precisar ouvir pelo menos uma vez, meu ouvido percebes bem o portugues de portugal, já até namorei uma rapariga, mas eu estava com certo sono quando ouvi. ;)
Já agora, alguns detalhes sobre esta sessão:
Este foi um playtest da versão 0.3 do jogo down*town criado pelo Rui Anselmo. Além de usarmos o skype para falar online, fizemos os lançamentos através do taulukko e usamos o google docs para manter as folhas de personagem atualizadas (inclusivé com imagens das personagens).
Da minha parte, eu já tinha feito anteriormente uma sessão de teste com esta mesma aventura e, por isso, escolhi jogar com uma personagem sem grandes capacidades investigativas :) É por isso também que eu tento ajudar com algumas partes das regras durante a sessão.
Já agora, podem encontrar o original no blog: http://downtownrpg.blogspot.com
Obrigado!
Você não vale nada mas eu gosto de você!
Muito bom, a aliança RPG está de parabéns!
Muito obrigado pela força, Clérigo. Valeu por ter indicado o playtest como um dos posts da semana no seu site!
Depois dessa cantoria promovida por João Mariano, nosso jogo descambou mais uma vez para um bate-papo sem fim. Que foi cortado na edição.
A Aliança parece gostar tanto de uma boa conversa quanto de jogar RPG.
Obrigado pela pub, Clérigo. Espero que tenha gostado. :)
Para quê RPG quando a conversa é boa, certo? E quanto à cantoria nunca se sabe: já gravei um podcast com microfones do Singstar por isso nunca se sabe como vai ser para a próxima.
Viva a Aliança!
Olá amigos, para quando o 2ª episódio?
E além de toda a boa conversa entre vocês, têm algumas notas e apontamentos que tiraram do playtest? Alguma coisa a dizer sobre o jogo, o que acrescentar ou retirar, o que fazer para melhorar?
Confesso que não tenho olhado muito para o design do jogo, porque espero que os grupos que o estão a testar me passem os seus apontamentos e ideias, por isso, se as tiverem, mandem-nas para mim!
Um grande abraço!
Vamos gravar nesta semana. Eu tenho vários palpites sobre o jogo, mas que ficaram fora da edição para nós concentrarmos no playtest.
Talvez, quando Marcos ler isso, ele se oriente.
Na primeira sessão, rolamos os dados apenas duas vezes, se bem me lembro. Apenas a partir da segunda surgiram mais chances de testar as mecânicas realmente. Ricardo acabou sendo aquele que fez uso primeiro das mecânicas como um todo. Pessoalmente, preciso rolar mais vezes os dados e usar os Traços pra ver o que acontece.
De maneira geral, tive mais dúvidas quanto ao cenário e sobre qual seria o clima adequado ao Technoir. Mas,parece que você já começou a responder talvez a maior dúvida que surgir durante a primeira sessão : http://migreme.net/1clb
As regras parecem deixar você sem outra saída, a não ser utilizar mais e mais os Traços e Flashbacks. Espero que tenha sido intencional, acho que isso está funcionando muito bem para uma proposta mais narrativa.
É intencional, embora não esteja explícito porque prefiro que o roleplay surja naturalmente em vez de ser forçado.
Algum de vocês tem algum apontamento sobre a sessão de playtest que possa partilhar, para que reveja as regras e acrescente mais ao jogo?
No fim da última sessão de playtest partilhámos algumas impressões sobre o jogo e como foi a experiência em jogá-lo.
É só uma questão de tempo até se editar o áudio (não invejo o Marcos mas desde já lhe agradeço por tudo e tal!) e se colocar aqui a segunda parte.
Fiquei na dúvida com o clima Tech Noir. Me deu a impressão de que enquanto no Cyberpunk vc é uma má pessoa, num mundo podre, no Tech Noir vc é um pessoa que quer se erguer moralmente e fazer algo por aquele mundo.
Como disse no meu blog, as diferenças não são muitas, mas existem; não estamos a falar da maldade de cada um, porque esse é um dos temas explorados no meu jogo, mas do cinismo e conformidade com o mundo: o mundo é todo mau, porquê esforçar-me?, mais vale ser mau também e estar do lado dos vencedores.
Já tô baixando aqui pra ouvir, mas a temática promete. Vou atrás do jogo em si pra poder testar também. =D
Sobre as diferenças, eu e minha esposa sempre costumamos dizer que Tech Noir é que nem Noir, mas com carros voadores. XD
Entrar no clima da ambientação foi mesmo minha maior dificuldade. Embora João Mariano tenha se esforçado para dar uma cara mais “Tech” a sua narrativa. Ele fez um bom trabalho, mas o “Noir” acabou me marcando mais.