Depois de revisada nossa primeira versão do “manual genérico para gravação de podcasts de RPG”, acabamos precisando escrever mais três suplementos, antes de por em prática o playtest nesse episódio.
Em “Gernéricos, pero no mucho”, os pensadores Danielfo , Luiz RGF e Marcos Silva conversam sobre o tema dos RPGs genéricos, suas experiências e o papel deste tipo de jogo atualmente.
POSTS RELACIONADOS
-Resenha: Rifts – Ultimate Edition
-Tradução da versão light do Fate para português
-Blog com versão em português do sistema FUDGE
-Sobre Fudge – Fate – Espírito do Século – Dresden Files
-Resultado do concurso de criação de jogos da Secular Games
Duração:37:10 min
ENDEREÇO DIRETO DO PODCAST
Acesse aqui: www.pensotopia.com.br
PENSAMENTOS SUGESTIVOS, CRÍTICOS, DUVIDOSOS E DISCORDANTES
Envie e-mails para: pensotopia@gmail.com
RSS e iTunes
Adicione o feed do Café Imaginário no seu iTunes ou no seu agregador.
INFORMAÇÕES
Aperte o botão PLAY abaixo ou clique em DOWNLOAD (clique com o botão direito do mouse no link e escolha a opção Salvar Destino Como) o arquivo no formato MP3 . Aproveite!
Savage Worlds não se foca em Pulp.
Savage Worlds segue a linha do GURPS quando o assunto é modularidade.
Logo existem “modúlos” de SW ambientados em Sci-Fi/Medieval/Guerras/etc…
Uma coisa a se perceber, já notaram que a “engine” do GURPS é usado a torto e a direito em diversos sistemas de RPG’s ? inclusive nos Indies ?
Por Exemplo: O ReOps(Opera) /Savage Worlds/ Mundo das Trevas /3D&T/Daemon/ etc…
São “Powered by GURPS”, pois eles tem elementos criados originalmente por GURPS. Elementos tais como : Vantagens/Desvantagens; Pontos de criação de personagens, criando personagens fracos/medianos/fortes/ultrapoderosos; Nome diferentes para pecualiridades de GURPS e suas Vantagens e Desvantagens. Note que no Mundo das Trevas eles usam mecânicas GURPS com nomes novos.
Eu não sou Gurpeiro, já o o joguei, possuo vários livros.
Mas jogo mais SW e D&D 4E e alguns Indies, hoje em dia.
Mas respeito bem o GURPS pois ele permitiu e permite se criarem diversos sistemas tendo ele como base.
E como diria o Tio Nitro : Se existe um sistema para chamar de “perfeito” , esse deveria ser o GURPS.
Eu continuo achando que a intenção “Fast, Furious and Fun” do Savage Worlds o retira do campo da “neutralidade” onde GURPS se encontra. Mas, eu posso está errado. Não é mesmo?
Sua opinião sobre GURPS certamente irá deixar Luiz RGF, nosso pensador mais “Gurpista” muito satisfeito.
Obrigado pelo comentário e pela atenção dada ao podcast. Abraços!
Olá!
Ainda estou a meio de ouvir este episódio do Café Imaginário (o primeiro que ouvi!) e gosto da sua natureza descontraída de conversa informal sobre RPG, algo que que por acaso tento promover no Ludonautas. Parabéns!
Nunca joguei GURPS mas tenho um amigo que é bastante fã, especialmente do GURPS Steampunk. :) Ele chegou-me a oferecer o Hellboy RPG que é “Powered by GURPS”. Acho o sistema simples e bastante modular com uma certa tendência para o excesso de “simulação realista” nas regras mais avançadas. Mas diz-se que se o grupo de jogo decidir usar o sistema mais “à la carte” (escolhendo um ou dois conjuntos de sub-sistemas sugeridos pelo livro) e não tanto como “buffet” (“comendo” tudo o que acha que tem direito) este se revela bastante eficiente e divertido com a mais valia de se ter acesso à bastantes universos fictícios dispostos nos seus suplementos.
Ah, e já agora gostava de comentar que eu sou de Portugal e das pessoas conheço, e do que tenho visto escrever e falar aqui pela Internet, não tenho ouvido ninguém usar o termo “rolista”. Acho que na França e Espanha é que usam esse termo. Nós costumamos usar o termo “Jogador de RPG” (que não deixa muitas dúvidas na tradução) ou também roleplayer).
Quanto à “esquisitice” dos jogadores aqui do universo paralelo… vocês tenham cuidado porque no caso do Fringe (e de alguns episódios do Doctor Who) o facto de sermos deste “ultramar interdimensional” dá-nos azo para vos invadirmos com máquinas monolíticas infernais! :D
Que bom saber que vcs não usam o termo rolista. Isso cala a boca de Marcos que vai parar de nos encher o saco.
E não temos medo das suas máquinas monolíticas infernais, nossas estradas mal conservadas e mal sinalizadas às fulminarão se vierem por terra e nosso espaço aéreo mal controlado às derrubarão se vierem por ar.
Ah, então seria uma perda de tempo tal querela.
É melhor unirmos esforços para invadirmos os originais colonizadores do RPG nas nossas dimensões: os Americaneses! :D
Ainda bem que a conversa sobre “rolistas” está se revelando pura lenda.
hehehe
Eu já fico feliz por ter me livrado da ameaça das máquinas monolíticas infernais!
Tudo bem. Que outras lendas sobre jogadores portugueses de RPG é que existem por aí?
Que fazemos as folhas de personagens à mão num papel especial? Ou que só jogamos jogos franceses? Eh, eh… Estou curioso!
Agora que ouvi o episódio completo não sei se concordo com a generalização que fizeram do “RPG genérico”, eh eh!
Acho que o RPG genérico, mesmo aquele que se foque mais num dado género (como o “Big Eyes, Small Mouth” para anime/manga ou o “Diaspora” para hard sci-fi, acho), é o RPG que se anuncie como tal e não tanto um sistema que de ser popular seja adaptado pelos fãs para quase tudo.
A comparação dos genéricos com os indies é interessante se tormarmos em conta que a maioria dos indies recentes tentam “simular” a estrutura de um dado género da narrativa tal como os genéricos tentam simular a “leis da realidade” de um dado universo fictício. Por outro lado os indies, normalmente, defendem bastante a ideia de que o sistema tem muita importância e que deve fazer o que faz bem feito reforçando sem falhas a experiência de jogo pretendida (conducente da tal narrativa) sem grande adjudicação por parte do MJ. Claro que dizer “indies” ou “genéricos” já é generalizar muito e existem sempre excepções a esta tendência que tentei “denunciar”. :D
Ah, já agora, por acaso fui eu que fiz a tal tradução para Português do “FATE Focused” (uma versão mais leve do FATE 3.0,com algumas alterações) que podem descarregar em http://www.abreojogo.com/jogos_de_rpg/fate_light
E também traduzi a versão ainda mais “light” que o mesmo autor do “FATE Focused” publicou na rpg.net. Podem descarregar em http://www.abreojogo.com/files/FATELightPT.doc
Dêem uma vista de olhos se vos aprouver. A ver se o uso uma destas versões do sistema FATE para alguns projetos que tenho em mente.
Se faltar alguma coisa sobre o tema nesse episódio, sempre podemos lançar um “episódio suplemento”.
Eu estava em dúvida onde tinha lido sobre a primeira tradução do FATE para português. São muitos podcasts e blogs. Fico confuso!
Vou inserir seus links do FATE no post do episídio.
Muito obrigado por suas observações!
Faltar alguma coisa no episódio? Nah, parece-me bem como está. :)
Acho que o blogue da tradução para português do SRD do Spirit of the Century é este: http://maisquatro.wordpress.com/
Eu usei essa tradução também com referência para o FATE Light.
Gostei muito do tema do cast, mas a música de fundo atrapalha muito a compreensão da conversa de vocês. Certos pedaços ficaram incompreensíveis.
Valeu pelo comentário Hackbarth. Quem sabe não melhoro a edição do som com o tempo. Prometo me esforçar. Em troca, na próxima vez que falarmos em GURPS pedirei uma consultoria!
Sempre estou disposto a falar de GURPS!
Olha que vou cobrar hein!
A melhor coisa do mundo é a crítica externa, pq a interna ele não dá muita importância!
Graças aos comentaristas morreram:
a)rolista no lugar de rpgista
b)e a musiquinha excessiva foi pras cucuias.
Só falta morrer as piadinhas contras os outros participantes e a edição tendenciosa dos debates.