Ventos da Guerra: Capítulo 29

Ventos da Guerra: Capítulo 29

FRATERNIDADES

Algumas meninas colocaram almofadas no chão da sala. E os calouros foram convidados a sentarem-se. Aurora relutou e Hagen acabou sentando mais por educação do que por vontade. Allis entrou no jogo e ao lado dele, Ualfo. Abimalek se espojou na almofada e Valkíria acompanhou o gesto. Sem querer parecer deselegante, Aurora, pressionada pelos pedidos efusivos de cooperação por parte dos veteranos, sentou-se também. Para ela, tudo aquilo era uma palhaçada.

Lisandra foi conduzida para o centro da sala por um irmão da fraternidade e com um duplo e rápido bater de palmas o dispensou.

- Eu sou a representante chefe da Fraternidade Dendrória. Fundada em homenagem a falecida esposa do Imperador Bred Storm. Cultivamos na nossa fraternidade: as artes plásticas, a dança, o canto, a poesia, a literatura, os trabalhos manuais, a gentileza, a comedidez e o amor cortesão. Ingressar na nossa fraternidade é garantir acesso aos melhores bailes e peças teatrais, o que lhes concederão cultura que garantirá excelente posicionamento social. Quem está ansioso para entrar? – perguntou animada.

Hagen ouviu tudo que bastava para perceber que aquilo tudo não passava de futilidade. Para não passar por outro trote de veteranos, ele levantou-se em retirada, mas o gesto teve outra conotação para a Lisandra.

- Oh! Hagen, é uma honra para nós vê-lo se oferecer tão prontamente. – Lisandra estalou os dedos e as demais meninas da fraternidade envolveram o guerreiro em um colar de flores.

O guerreiro, para mostrar indignação, levitou o colar de flores e deixou que caísse ao chão. As garotas ao verem as astromélias pairarem no ar e em seguida se esparramarem, cobrindo o piso de flores, ficaram emocionadas.

- Que belo, uma chuva de pétalas!- disseram encantadas.

Vendo que seu gesto de descontentamento havia obtido sentido completamente inverso ao pretendido, Hagen não conseguiu se evadir da fraternidade.

- Ele pegou a fraternidade de menina. – sussurrou Ualfo aos demais, que se seguraram para não rir.

Em seguida, o soberbo Hendrix encarregou-se de escolher seu candidato.

- Eu sou Hendrix Brightman IV,  líder da fraternidade Blue Dogs, a mais alinhada com a nobreza de sangue azul. Em Ayoria, o cão é um animal muito honrado e o azul é a cor do sangue real que corre nas veias dos reis.  Nossa missão é cultivar o espírito de cavalheirismo, civilidade, respeito às instituições e a ordem pública. Nossos membros são escolhidos para serem os olhos e ouvidos do reitor e dos mestres professores, zelando para o bom andamento da Universidade. Tal tarefa nos confere privilégios de informações e de acessos muito maiores do que qualquer outra fraternidade.

- É essa Allis, vamos entrar nessa. Essa é a melhor!- ventilou Ualfo no ouvido do amigo.

- “O teste” para entrada na nossa fraternidade é simples. Entrar aqui é um direito de berço, não um esforço. Dentre vós, apenas um atende os requisitos. Ser homem bem nascido e primogênito na própria casa. Cabe-me informar que a princesa plebéia Aurora e o filho ilegítimo Hagen não cumprem os requisitos estipulados. Espero que não se ressintam.

- Não mesmo. – respondeu ela esnobe, ante o silêncio de Hagen.

- Deve ser você Allis! – comemorou Ualfo.

E Hendrix abriu os braços para Allis:

- Filho de Simack Allis, Conde de Jandy, primogênito e herdeiro de terras: Simack Allis II. És o único em condições de entrar na nossa fraternidade.

Allis titubeou, mas Ualfo saltou nos peito dele, pegando-o pelos colarinhos.

-Aceita logo rapaz. Essa fraternidade é a nossa cara. Eles são um bando de cagoetas e puxa-saco do reitor. Tu tá no mesmo caminho, já tem fama de entregão. Assume logo que é e vamos ficar na boa. É só a gente entregar quem ta fazendo a coisa errada. Quer vida melhor que essa, nada pode ser melhor pra nós!

- Está bem, Ualfo. Hendrix, eu quero ser um Blue Dog. – Allis aceitou, recebendo o anel simbólico da fraternidade.

Bodva foi o penúltimo a fazer a exposição.

- Os Mysticals é o nome da fraternidade do conhecimento oculto e da magia…

- Droga! Essa que era a melhor, ficamos com a porcaria! – desabafou Ualfo, que mesmo tendo uma voz engraçada, não fez ninguém rir.

Os Blue Dogs lançaram um olhar terrível sobre o monstrinho que se encolheu todo nas pernas de Allis. Bodva, o anão outeiro, continuou:

-  Nossa fraternidade é o porto seguro para os estudiosos e mágicos ampliarem seus conhecimentos. Nós temos salas de estudos adequadas e muitos pergaminhos com conhecimentos ocultos no nosso acervo. Estar aqui é inserir-se num ambiente de saber e erudição. Todavia, entrar na nossa fraternidade requer intelecto superior. A famosa princesa de Yoria deseja demonstrar suas lendárias habilidades?

- Eu vou tentar. – ergueu-se Abimalek, que observava calado.

Bodva entregou um cubo mágico para o ousado acólito. Uma ampulheta foi virada e a areia escorreu para o fundo. O clérigo orou e tentou resolver o quebra-cabeças do cubo. Ele girou, girou, mas o código permaneceu inquebrável até o último grão. O clérigo nem de longe chegou perto de resolver o desafio.

- Tu não estás apto para nossa fraternidade, Abimalek Lafer. – sentenciou Bodva. – Creio que não teremos um novo integrante hoje.

- Me passa o cubo! – ordenou Aurora gesticulando com a mão.

- Hum!- murmurou coçando a pequena barba negra. – Não subestime o teste, princesa.

Aurora pegou o cubo em mãos, memorizou as cores e girou com destreza as peças móveis. Bem antes que a metade do tempo se esgotasse, ela já sentia que concluiria a montagem, porém as cores mudaram num passe de mágica.

A princesa ficou surpresa com o truque que o cubo trazia, um feitiço de alteração nas cores.  Ela memorizou de novo as cores e o reiniciou a montagem, porém as cores mudaram novamente. A areia se aproximava do último quarto,  Aurora percebeu que as cores eram alteradas antes que ela pudesse completar o padrão.

Ela notou que havia uma mudança padronizada nas seis cores do cubo, que avançavam em direção ao espectro do arco-íris da luz seguinte, tendo as últimas cor tomado a cor das primeiras, conseguiu prever qual seria a próxima mudança. A maga respirou fundo e começou a montar o cubo novamente e quando chegou na metade, mudou a forma da solução. Aurora suspeitou que o gatilho de mudança de cores só era ativada quando se chegava a uma série de movimentos corretos de montagem do cubo, pois nas mãos de Abimalek não houve qualquer alteração durante todo o tempo. Se o cubo fosse montado na direção certa ele mudaria de cor depois de alguns instantes.

- O cubo deve ser montado na combinação de cor seguinte, não na atual. – pensou.

Quando a areia estava quase ao fim, Aurora finalizou o cubo e ergue-o na mão num gesto súbito gritando “já”. A plateia viu o objeto todo desigual, mas antes do último grão cair, o cubo mudou de cor, revelando-se resolvido. A maga resolvera o desafio no último segundo.

- Parabéns, Aurora.  Épsilon estava certo, você é mesmo uma Mystical.

Enquanto Aurora recebia  a medalha da fraternidade, Marcus espreguiçava-se desengonçado na cadeira. E num bocejo, ajeitou sua veste talar negra e deslizou para o centro da sala.

- Oi garotos, vocês já me conhecem. Nós somos os Pegasus Negros. Nossa fraternidade é a mais divertida de todas. Nós somos o lar para os expatriados, a moradia dos rebeldes, o santuário dos visionários e a taverna onde os iconoclastas bebem.

- Droga! Até essa é melhor do que a nossa. – resmungou Ualfo.

- Você, Abimalek e Valkíria estão preparados para diversão?- convidou o líder da fraternidade.

- Sim! – disse o acólito.

- Eu não gostar de você. – estranhou Valkíria.

- Águas passadas, gatinha.- disse com um sorriso malicioso.

Valkíria não conseguiu explodir de raiva. Ela sentiu uma prfounda calma, que a desconcertou.

- Abimalek, para entrar nos Pégasos Negros você precisa ser fiel a nós, saber guardar segredos e estar disposto a correr riscos. Você é capaz disso?

- Sim! Eu sou o herói do meu grupo.

- Valkíria, você topa entrar na nossa Fraternidade?

- Não!

- Então, bem-vindos aos Pégasos Negros. Rapazes, entreguem para eles as insígnias da Fraternidade. O Pégaso Negro é a montaria do Imperador, revelando que mesmo os mais nobres também têm um lado sombrio.

Abimalek recebeu a insígnia do seu novo líder e quis entender qual foi o teste pelo qual passaram.

- O que Valkíria respondeu foi o oposto do que eu disse. Por que ela também entrou? – indagou expressando a surpresa de ambos os ingressantes.

- É simples - falou Marcus enquanto prendia o broche na roupa do clérigo. – ela é muito forte e a gente precisa de guarda-costas.

Sem festa, ou pompa, a reunião foi encerrada. Cada um dos fraternais calouros recebeu chaves numeradas, que lhes garantiria um alojamento individual e acesso ao prédio das fraternidades.

Os prédios das fraternidades ficavam no mesmo bloco dos demais estudantes, porém era bem mais amplo e diversificado do que o destinado aos alunos mundanos. Cada prédio era ornamentado com a simbologia da fraternidade estudantil que abrigava.

Valkíra e Abimalek conheceram os quartos deles e a guerreira ainda estava muito arredia, porém o feitiço nele posto aplacava-lhe a ira. Uma festa surpresa foi preparada para os dois, com mais bebida que comida.

- Surpresa! – gritaram os pégasos negros, derramando cerveja preta sobre os estudantes, que vinham de um dia cansativo de aulas.

- Esta é a famosa Valkíria! A melhor aluna de Lionel Griffin, o professor mais rígido da Universidade. – gritou o orador da festa.

- Viva! – gritavam os demais.

- E saúdem Abimalek Lafer, o acólito de Arina, ex-coroinha de Martaud. Perdido por anos em Jandy, criado por alto-elfos em uma floresta amaldiçoada, volta finalmente à terra que o baniu.

Abimalek ficou aturdido com a quantidade de informações que  o orador da festa tinha dele. Percebendo o pasmar do clérigo, Marcus bateu com a caneca de cerveja em uma mesinha e a fraternidade calou a boca. Ele estava abraçado com duas meretrizes e acalmou o novo amigo:

- Peço desculpas, irmão, mas tivemos que roubar sua ficha no gabinete do reitor Holly. Fique tranqüilo, seus segredos estão a salvo conosco. Sabemos que você é vegetariano e preparamos uma festa frugal. Curta a noite, ela é de vocês, eu estou indo “deixar as meninas em casa”. – disse abraçando-se com as mulheres.

Aurora adentrou na sua fraternidade desconfiada das intenções dos novos colegas de quarto. O quarto dela era bem melhor do que o alojamento geral: havia cama, escrivaninha, guarda-roupas, baú com dois cadeados e compartimento secreto.

Ela circulou pelos corredores, passando pela biblioteca e átrio do prédio. Durante o passeio, avistou alguns estudantes, que liam ou meditavam e pouco se manifestaram ante a presença da novata. Como a maioria dos colegas parecia estátua e Aurora estava acostumada com badalação no Liceu da Cidade do Lago, xingou a todos mentalmente e foi estudar no quarto dela.

Ao encerra a leitura, foi convocada a conhecer aquele que chamavam de Épsilon, o líder da fraternidade dos Mysticals. Aurora não estava com um pingo de interesse de conhecer o líder supremo, mas, por educação, respondeu ao chamado. Bodva a conduziu ao quarto luxuoso do líder. Aurora sentiu que o anão era o mais simpático da fraternidade e concluiu que aquilo era um problema grave.  No quarto, Épsilon, um rapaz magro, de pele amarelada e ar de abatido mirou um olhar apagado sobre ela. Os lábios ressecados dele não pronunciaram um só verbo. Bodva se apressou em traduzir os sentimentos ocultos do líder:

- Épilson se sente muito feliz em vê-la aqui Princesa Aurora.

- Você lê mentes bem Bodva, não sabia que anões sabiam magia? – questionou com desdém.

- Épsilon era muito mais fluente, porém, como sua visão acurada pôde ver, ele não consegue se expressar bem agora. Nosso líder, outrora altivo, está alquebrado. Sei o que ele pensa e deseja, não preciso de magia para entender o que ele quer.

- Certo! Continue e vamos cessar com as animosidades. – disse ela debochada.

- Épsilon, Aurora, quer que você conheça a maior relíquia dos Mysticals.

Bodva vai a um das paredes e aciona o mecanismo que abre uma parede girante, revelando uma saleta secreta. Nesta sala, em um altar, encontrava-se um livro chamuscado.

- Este é um livro mágico, Épsilon tentou decrifá-lo, pois ele contém uma magia poderosa. Mas cuidado, ele é perigoso, eu não me atrevo a sequer tocar nele.

- Eu vou dar uma olhada, me arranje folhas vou copiar parte dos textos.

Aurora recebeu as folhas e manuseou o livro.

- Quem queimou este livro, Bodva?

- Épsilon.

- Por quê?

- Ele se sentiu frustrado com o progresso dele  e ficou colérico.

Ela sorriu e folheou rapidamente o livro, lendo imprudentemente o conteúdo das páginas. Ela notou que aquilo era um manual de um jogo estranho, mas não conseguiu compreender as regras. Ela terminou as anotações básicas e pediu para Bodva deixá-la à porta. Deu uma tchauzinho para Épsilon e girou nos calcanhares.

Allis e Ualfo foram bem recebidos pelos polidos Blue Dogs, a fraternidade era bem estratificada e cada membro assumia uma função na hierarquia. Allis, devido à importância, tornou-se  auxiliar de Hendrix, ocupando o cargo de arauto, um encarregado de levar as mensagens do líder da fraternidade para os demais estudantes. Houve rito simbólico de posse, seguido com pompa pela fraternidade, onde todos usavam vestes especiais azuis, confeccionadas para a ocasião. Ualfo ficou ansioso para experimentar a sua roupinha azul, mas não foi como ele esperava.

- Irmão Allis II, como tu é possuidor de um animal, recebas esta pequena coleira para identificar aquela criatura peluda. Serás por ela o responsável. – disse o mestre de cerimônia.

-Ei, alguém avisa a este cara que eu não sou um animal! Eu sou um fremlin, sou inteligente e um ilusionista. E já tenho dono!

- Lamento criaturinha. Nosso regimento não permite que te aceitemos como igual, já que não és relacionado com a nobreza ou com o poder do império. Os Blue Dogs vão aceitá-lo, mas como mascote.

- Ualfo, fica quieto e pare de reclamar, aqui é assim. – consolou Allis, já se incorporando em sua nova função.

Resignado, Ualfo aceitou sua coleirinha.

Hagen trouxe sua regrada mudança para o edifício Dendrória, um bangalô muito bonito e arborizado, com belíssimos jardins perfumando o lugar. Ao adentrar foi recebido por dúzias de belas jovens que o saudaram com deferência exagerada. Lisandra saltitou de alegria em ver Hagen chegar, mas o discreto cavaleiro solicitou logo o seu alojamento. Lisandra apresentou os meninos da fraternidade para Hagen:

- Hagen, estes são Pepino e Clotário. Eles vão te conduzir aos seus aposentos.

Pepino era esguio e de cabelo curto e sedoso, sem barba e usava uma toga lilás. Clotário vestia uma camisa de linho amarelo e calças de couro, tinha barba por fazer, um ar distraído e jeito tímido. O porte atlético de Hagen contrastava com o de todos dali e as meninas o admiravam como a um deus. Hagen teria um sério desafio para preservar seu voto de castidade.

A pequena ala masculina dava direito a um banheiro coletivo com uma banheira o quarto tinha cama confortável. Também havia um ambiente para relaxar e um atelier. Hagen ocupou um dos quartos livres. Ao lado, havia um quarto trancado onde se lia “não entre” escrito na porta.

- Aqui é o cantinho de Eduard. Ele passa a noite em claro e acorda sempre muito tarde. – fofocou Pepino.

- Não, se preocupe Hagen, quando menos se espera, ele aparece. Nós somos os únicos homens na fraternidade. Seja bem-vindo. – falou Clotário, o rapaz que Hagen já tinha visto na cerimônia.

- É bom ter outro homem aqui. – disse Pepino coçando o nariz.

Dois homens lutavam com espadas enfrentando um único halfling. Thon se mostrava bem mais agressivo com seu novo estilo de luta, acuando os homens que o ajudavam nos treinos. Barn chegaria pouco depois, muito feliz com o desempenho do sobrinho, porém não estava ali para ensinar um novo truque. A missão dele era especial: levar Thon para ver o imperador.

Logo Thon percebeu que não era um encontro de pai e filhos. Assim que começou a adentrar nas rotas secretas do castelo, ver alavancas erguerem passagens, passar por soldados de armadura completa, cruzar salões por ele nunca vistos, desviar de armadilhas e escutar sons estranhos nos corredores; Thon soube que o que viria seria grande. Barn guiava o sobrinho com segurança, como se não fosse a primeira vez que trilhasse aquele caminho. O tio era o chefe dos espiões do reino, mas muito achavam que ele era só um conselheiro para assuntos externos.

Barn e Thon chegaram num salão de luzes e sombras e seguiram em passos cuidados até uma cortina de escuridão que dava acesso a um piso encantado que se soltou do solo, levitando para o andar inferior. No grande salão secreto, um barco muito belo de convém envolto por uma carapaça de cristal reluzia. Por lá, estavam várias mulheres recitando encantos em torno do barco, os defensores nobres Sir Lothar, o paladino mais fiel ao imperador e Sir Gareth, o chefe da guarda do palácio. Também estavam o imperador Storm em pessoa e junto com ele os demais companheiros de tantos anos de aventuras.

 

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8 Comentários para “Ventos da Guerra: Capítulo 29”

  1. joffison magalhães diz:

    eu sou um porre !
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    que bom que consigo passar essa imagem.

  2. João diz:

    pq hagen nao da uma dentro???

  3. Danielfo diz:

    Faça como Aurora, seja um porre mas com estilo.

  4. Quem quiser aprender um método básico para resolver o cubo mágico é só acessar: http://www.cubomagicobrasil.com

    Não vou dizer que é super fácil, até porque daí todos seriam Mystical, mas com um pouco de paciência qualquer um pode aprender a resolver. :)

  5. nao li o post, mas passeipra dizer q ficou muito f*da o logo!

  6. Danielfo diz:

    Considerando que o cubo fosse conhecido, o inventor do cubo levou 1 mês para resolvê-lo pela primeira vez. Certamente para os Myticals ele seria um passatempo, mas para os novatos…

    Gostei do site, agora já posso desmoralizar pseudo-gênios.

  7. Danielfo diz:

    Vlw! Eu também gostei da inspiração, o P virou uma espada língua de fogo.

    PS: Mandarei uma exemplar de Ventos da Guerra para vc, assim que tiver terminado.

  8. Danielfo diz:

    Caro Carlos, pensando melhor no problema do cubo e na questão da mudança de cores. O cubo teria q ter apenas 2 faces mudando de cor por vez e não de forma igual.

    Sendo um cubo 3×3, cada cor trocada deveria que mudar na proporção de 1/3 e 2/3 sendo a outra mudando de 2/3 e 1/3.

    Exemplo. A face azul e branca, tomaria a forma as cores da vermelha e laranja. A azul ficaria 2/3 vermelha e 1/3 laranja. A branca ficaria 1/3 vermelho e 2/3 laranja.

    Na primeira mudança de cor, o cubo ficaria só com 4 cores. Gostei do site q vc indicou, ele é seu?

E você, o que pensa?