Monstros Malignos: Bullywugs, sapos brigões

Continuo com minha série de artigos, na qual enriqueço a descrição dos monstro do mal. O novo monstro é um que vem perdendo prestígio durante as edições de D&D. Os Bullyugs ficaram famosos por servirem ao temível vilão Vingador, de Caverna do Dragão(como se ninguém soubesse quem ele é). Esses monstros estão de fora dos livros do monstros básico nas edições novas. Se você não possui nenhum livro com a ficha destes antipáticos monstrinhos, veja aqui e no Dungeon Compendium.

Como de praxe, vou me basear em alguma coisa para aperfeiçoar o comportamento deste monstro. Afinal, ninguém quer que um raça inteira vire apenas um desafio estatístico para seus jogadores, você está mestrando ou jogando Dota?

A descrição resumida que o livro dos monstro fornece é de que os bullywugs formam uma sociedade machista e dominada pelo mais forte.  São bons pescadores e odeiam humanos. Acho que dezenas de monstros malignos compartilham grande parte desta descrição.  Então, vamos escolher os valentões de escola para contruir os bullywugs, afinal bullying tá na mídia. Continue reading

Brasil: Lawful Good, fora

Há uns meses atrás comprei uns  jogo na CD-Universe. Por azar, meu primeiro pedido se extraviou e entrei em contato já certo que teria que comprar outro. Ao contrário do que o Brasil me ensinou, a loja simplesmente respondeu que enviaria outro, sem custos adicionais.

Porém, com tinha feito outros pedidos, a loja colocou status de perdido num outro jogo (Guitar Hero 5), não no que havia sido extraviado. Entrei em contato e os avisei do engano cometido. Eles pediram desculpas e mandaram outra cópia de Guitar Hero 5 para mim. Continue reading

Ventos da Guerra: Capítulo 28

REUNIÃO


Hagen aguardava a sua professora, mais uma vez ele estava no local combinado e Lila se atrasara. O relógio solar marcava o tempo com exatidão e revelando que a professora se atrasou dois minutos a mais que no dia anterior.  A mestra, tranqüila, passou pelo aluno e perguntou:

- O que você ainda faz aqui?

- Estou esperando pela senhora.

- Então você não precisa mais esperar, eu já cheguei. E você já pode ir.

- Sim, senhora.

- Esteja aqui pontualmente, amanhã.

Hagen faz um gesto respeitoso e se retirou. “Ele está aprontando alguma coisa”, pensou ele. Pelo resto do dia, o guerreiro se dedicou aos treinos de artes marciais. Hagen estava dedicando-se em dominar todas as técnicas. Ele era um jovem prodígio em artes marciais, o treino nas lutas de Shinobi foram parte do preparação para chegar aos Setes Céus. Mas para se tornar um verdadeiro artista marcial ele precisaria descobrir e dominar os últimos segredos do dojo Chien, o caminho do céu. Continue reading

Dia D RPG

Dia D RPG: dias 11 e 12 de setembro de 2010, o maior evento de RPG do Brasil, este ano em 11 cidades!

Ocorrendo desde 2007, o Dia D RPG segue sua caminhada, consolidando-se cada vez mais no calendário RPGístico do Brasil.

Nos dias 11 e 12 de setembro de 2010, 11 cidades brasileiras estarão unidas para a realização de diversas atividades integradas e outras tantas desenvolvidas individualmente por cada cidade, tudo visando a diversão saudável, interação, troca de experiências e esclarecimento das dúvidas relacionadas a esse fantástico universo, ainda desconhecido por muitos.

Na entrada será pedido 1kg de alimento não-perecível. Os participantes que doarem concorrerão à brindes especiais. Cada organizador, das 11 cidades participantes, escolheu uma instituição que receberá os donativos.

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O Fracasso do RPG Nacional

Conversando com um grande amigo (Marcos Batata), sobre sistemas de RPG, a conversa pairou sobre Lajedos & Lagartos, o jogo que estou desenvolvendo. Enquanto Old Dragon já está bem adiantado, rumando para sua versão final, L&L ainda está em fase de produção, eu diria no início, dada a magnitude do projeto.

O foco da discussão era a simplicidade das regras e o objetivo delas em passar o clima do cenário. O casamento das duas gera jogos excelentes, como foi Defensores de Tóquio, que conseguia passar o clima dos seriados japoneses com perfeição inigualável. Quando 3d&t tentou ser genérico, o sistema se mostrou falho em diversos pontos.

Falando sobre ambientações dos sistemas, percebemos que os RPGs ditos nacionais, de nacionais têm muito pouco. A grande maioria das tentativas de criarem jogos nacionais resultarem em sistemas ou genéricos ou baseados em temáticas consagradas em jogos estrangeiros. Treva se baseou no sucesso de Vampiro e Tagmar tentou pegar carona em D&D. Trevas nunca chegou perto de ameaçar o sucesso do sistema inspirador, nem Tagmar, que tenta se reerguer.

Outra tentativa é tentada agora: Old Dragon. Continue reading

“RPGizando” a Política

Há pouco tempo, alguns blogueiros se depararam com um dilema: o que fazer com a política neste tempo de eleição?
O “.20″ já tinha se perguntado o que nos leva a bater pino quando a coisa descambava para política. Na blosgofera RPGística, todo mundo tira o seu da reta, como se morassem na Micronésia e não tivessem nada a ver com a desgraça política que assola o país (eu nunca tive problemas com isto e já escrevi um pouco sobre isto aqui).
E do que os RPGistas têm medo? Talvez não queiram se meter em questões políticas porque conheçam muito pouco do assunto – ou presos em livros de filosofia e direito – estejam longe de mais do mundo real.
Para os RPGistas que não sabem em quem  votar em outubro próximo, por pura ignorância política, segue abaixo um guia rpgistíco com o perfil dos candidatos. Quem sabe assim não escolham o seu candidato à Presidência da República. Continue reading

Ventos da Guerra: Capítulo 27

PRIMEIRO DIA


As principais vias entre os blocos eram iluminadas e também patrulhadas pela polícia do campus. A universidade possuía riquezas que poderiam interessar aos ladrões, por isso o policiamento era rígido. Os atrasados alunos não podiam usar as calçadas  e Abimalek os guiou pela penumbra evitando os olhares dos vigias.

O acólito fez sinal para que os demais parassem. Um soldado estava bloqueando caminho que seguiam, mas não percebeu a presença deles. Eles estavam precariamente escondidos, atrás de arbustos ornamentais, sem poderem avançar. Abimalek já não sabia para onde seguir, mas não quis dizer isso aos amigos para não peder a posição de comando. Ele sussurrou aos demais que eles deveriam retornar, porém um tilintar de armadura anunciou uma desagradável surpresa: outro guardava se aproximava – desta vez  pela retaguarda – carregando uma lanterna. Continue reading

Morte inoportuna

Durante um bate-papo na comunidade AD&D no Orkut, o colega Rafael Beltrame, do Vorpal, fez a seguinte pergunta:

“O que fazer quando um jogador perde o personagem antes do fim do jogo?”

Nenhum mestre quer proteger os pcs, sob pena de ficar desmoralizado. Quando o desafio é facilitado,  o jogador sente que está preso em uma animação com roteiro fabricado, não em uma partida de RPG.  Por isso, o mestre dificulta as coisas.

Também sabemos que toda a aventura bem planejada tem um propósito e tanto jogadores quanto DMs querem que o objetivo seja alcançado. Mas o mestre é parecido com jogador perna-de-pau de futebol neste aspecto: quer ajudar o time, mas vive atrapalhando.

Explico. É o mestre que coloca os desafios, de certa forma ele impede que o objetivo se cumpra mesmo quando quer que seja atingido. Mas quando os dados não ajudam, tá lá um corpo estendido no chão!

O que o mestre faz agora? Continue reading

Monstros Malignos:Planeta dos Gnolls

Gostei muito de escrever sobre monstros malignos desprezados (e 1d10 leitores também). Vou prosseguir a série iniciada pelos trolls, com um monstro de nome parecido, mas completamente diferente.

Para aqueles que não conhecem, gnolls são criaturas humanóides semelhantes a hienas.  Os gnolls são monstros  de baixa inteligência e comportamento tribal, com sociedades regidas pelo membro mais forte.  Que tal melhorar esta descrição mixuruca, contida nos livros dos monstros?

Como no post anterior, antes de começar a turbinar a descrição do monstro é legal pegar uma referência para se trabalhar na ideia. No caso, que exemplo seria mais apropriado que a hiena. Continue reading