UNIVERSIDADE
Thon finalmente repousava em sua confortável cama, após meses de viagens dormindo ao relento ou hospedado em espeluncas cheias de piolhos que teimavam em parar nos peludos pés. O filho do imperador teve um sono restaurador, mas sua mente ativa não o deixava repousar por tempo demais. O halfling era filho de uma dríade – a finada imperatriz Anna – e nascera abruptamente quando o carvalho encantado da sua mãe fora desintegrado. Das cinzas da árvore, só restara o jovem halfling, nascido rapaz.
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Seu pai fora o primeiro a encontrá-lo e dadas as semelhanças raciais e a beleza feérica logo percebera que aquele garoto era o esperado filho dele. O recém-nascido, vindo quase adulto ao mundo, despertara daquele sono num susto. E como por magia, sabia falar. Em sua rápida formação no interior do carvalho, o halfling fora absorvendo os conhecimentos captados pela mãe. Thon era fluente na língua local e nas distintas línguas raciais dos pais. Assim como Bred, Thon era um halfling mistiço, mas trazia de berço uma série de habilidades místicas naturias inatas. Uma incomum marca de sangue dríade, ser femino de rara beleza que não possuem macho na espécie e por isso se acasalam com outras raças. Continue reading
Um dos desafios que os mestres de D&D possuem em criar histórias interessantes é fazer que os monstros tenham comportamentos particulares. Você olha para seu gato e para seu cachorro ( mesmo que você não tenha, já deve ter visto um desses na vida) e consegue identificar padrões gerais de comportamento. Um cachorro se ralando nas suas pernas quando quer alguma coisa ou um gato pulando em você, fazendo festa, não são comportamentos que se possam esperar desses animais.




