Pensamentos em janeiro, 2010

Ventos da Guerra: Capítulo 5

Pensado por Danielfo Em janeiro - 29 - 2010

A Armadura do Halfling

As terras ancestrais dos elfos são fronteiriças a Yoria. Apesar da proximidade,  o reino élfico é desconhecido pela grande maioria dos vizinhos do norte. Os antigos yorianos não eram vistos com bons olhos há poucas décadas atrás e a richa entre Ayoria era ainda mais severa. Mesmo a aliança entre os reinos não fez desaparecer o rancor, os elfos demorariam para esquecer a desavença de séculos e séculos. Contudo, o “bom povo” seria o menor dos problemas, toda uma hoste de seres encantados vivem na região e possuíam motivações independentes. Leia o restante do pensamento

Fantasia revisitada

Pensado por Danielfo Em janeiro - 28 - 2010

Há alguns dias atrás publiquei o artigo, “O seu jogo é Medieval?” para fazer uma pequena reflexão de quanto nosso joguinho de RPG cotidiano foge completamente das aulas do ensino médio.  Tudo ocorreu super bem até que o Ambrosia deu sua contribuição sobre o tema, com um artigo solidamente argumentado, intitulado  “Olhares & Observações: Periodização no RPG“, que vale a pena ser lido.

Indo além da discussão inicial fomentada por mim e aprofundada pelo colega Felipe Velloso, chegamos a um ponto mais crucial para o rpgista do que a própria classificação do que seria Medieval. Quais as bordas da Fantasia?

Antes de cair em outra armadilha epistemológica, é melhor restringir o que se quer alcançar:  Fantasia é tudo aquilo que não corresponde  à realidade,  mas que é fruto da imaginação(Aurélio). Quando jogamos  temos a existência de magia, monstros, mistérios  e forças além da compreensão mortal. A época é irrelevante para a Fantasia em si, HE-MAN é fantasia mesmo tendo tecnologia futurista. Isso gerou uma profusão tão vasta de possibilidades que acabamos por classificá-las em sub-gêneros. Fantasia Medieval é apenas um sub-gênero de algo mais amplo e prolífico. Leia o restante do pensamento

Detalhando Atributos: Força

Pensado por Danielfo Em janeiro - 26 - 2010

Ele tem a Força

Ele tem a Força

Reinicio a série de artigos que revê com mais profundidade os atributos de D&D. Após falar sobre Carisma, Constituição e Destreza, pela ordem, irei falar sobre Força. A priori, não haveria muito o que se falar do assunto, pois é mais objetivo que o Carisma, por se tratar de um atributo explícito. A Força influencia nas chances do personagem atacar, no dano que ele provoca em ataques físicos e também nas proezas que exigem menos sutileza e mais ação. Chute a porta e prossiga.

Em todos os sistemas a Força modifica o valor do dano, mas em Dungeons & Dragons ela altera também as chances de acertar um oponente. Isso não é um unanimidade no RPG, vide GURPS por exemplo. Há uma suposição de que o personagem forte tem mais firmeza nas mãos e consegue manejar melhor as armas, brandi-las com eficácia é sinal de que o ataque sairá melhor, independente do PJ ter boa mira. A diferença seria apenas descritiva, como podemos ver abaixo : Leia o restante do pensamento

X Encontro de Jogadores de RPG

Pensado por Danielfo Em janeiro - 25 - 2010

A cidade de Campina Grande sediará durante o Carnaval mais uma encontro de RPG, dentro da programação do Encontro da Nova Consciência. Os campinenses são os únicos heróis da Paraíba que promovem encontros de RPG regularmente.

Se estiver por aqui, vá conferir.

Seu jogo é medieval?

Pensado por Danielfo Em janeiro - 21 - 2010

Muitas vezes, por hábito, costumamos dizer que jogamos Fantasia Medieval, quando nos referimos ao estilo do famoso D&D.  Mais correto seria fazer como Gurps, que trata o seu módulo apenas por Fantasy, pois é um gênero que envolve magia e monstros mitológicos genéricos.

Como na prática, o estilo do seu grupo que vai acabar definindo se suas aventuras são realmente medievais, mais do que apenas o sistema, segue abaixo um roteiro para identificar que tipo de sub-gênero é o seu.

Compare também com as ambientações existentes no mercado. Leia o restante do pensamento

Alien(ado)s

Pensado por Danielfo Em janeiro - 19 - 2010

Levem-me ao seu líder

Levem-me ao seu líder

Há algum tempo tive uma conversa na Comic House, em João Pessoa, sobre o filme Sinais, do diretor M. Night Shyamalan. Eu achei o filme horrível, mas o colega Renato Félix, como bom cinéfilo que é,  elencou as virtudes da película. Para meu espanto, disse que não tinha nada a ver com filme de alienígenas. Da conversa sobrou uma frase primorosa que fulminaria(?) meus argumentos pró-aliens: “Nós superestimamos os alienígenas.”

Preocupado com a ordem do Universo, fui pesquisar alguns clássicos do Cinema recente para ver se a afirmação procedia e fiquei espantado com alguns resultados. Leia o restante do pensamento

O Pensotopia

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