Eu estava de bobeira ouvindo o excelente nerdcast sobre Isaac Asimov site jovem nerd, quando fiquei hiper excitado com a obra do “bom doutor”!
Apesar de ter odiado os comentários de Azaghal – tipico gordinho reclamão – que não leu nada do autor e ficou fazendo piadinhas impertinentes, o resto da turma pode fazer bons reviews sobre a obra de Asimov. Inclusive há trechos narrados das obras por Guilherme Briggs – dublador de freakzoid, Brendan Fraser, entre outros trabalhos – espetaculares! O trabalho foi instigante e me deu vontade de ouvir mais áudio livros.
Entretanto…
…resolvi baixar o e-book da obra Fundação, considerada a melhor obra de ficção cientifica de todos os tempos, que inspirou muita gente boa do campo da Sci-fi. Desde Douglas Adams (guia do mochileiro), George Lucas (Star Wars) entre outros que alimentam os sonhos da nerdaiada mundo afora.
Mas uma coisa me veio a mente…
Quando foi que a nerdaiada deixou de ser inteligente?
Putz, tanta coisa boa para se ler e estudar… Hoje a maioria é uma turba consumista de produtos “nerds”. Fala sério…
Alguém assistiu a premiação “Scream 2009″? (procurem pesquisar e vão entender…)
No final das contas tudo no mercado é subvertido…
Comentei estas considerações por e-mail para um grupo de amigos e meu amigo Geraldo (Professor e Web Designer) me escreveu de volta com opiniões bem interessantes e as transcrevo logo abaixo:
“NERD deixou de ser “inteligente” exatamente no mesmo momento em que ser nerd virou moda, olha, para mim a obra definitiva e que realmente define o termo nerd é o filme ‘A Vingança dos NERDS’, e nesse filme deixa claro que pra ser NERD não precisa ser inteligente, pois nem todos os NERDS do filme eram, na verdade apenas a metade 3 dos 7, você tem que concordar, BOOGER não era muito esperto…
Bom eu poderia colocar aqui um chatíssimo cronograma mostrando as épocas em que cada ícone NERD foi devidamente pervertido, mas sinceramente é desnecessário e um tanto quanto infantil fazer isso, afinal, a quem REALMENTE interessa essa resposta já foi dada.
A gente tem que admitir, ‘ser NERD’ não é barato, são livros, quadrinhos, jogos, jogos eletrônicos, figuras de ação, bustos, brinquedos profissionalizados, camisetas, e mais uma infinidade de ‘utilidades’. Nada melhor que transformar ‘ser NERD’ em mercado, e lógico, nesse momento a qualidade cai. Mas o que aconteceu? Como os NERDS viraram consumistas? Minha teoria é que isso não aconteceu. SIMPLES, parte dos mauricinhos e patricinhas de cabeça vazia e consumistas (exatamente aqueles que ‘Bullynavam’ os NERDS) viraram ‘NERDS de prateleira’. Ser NERD na essência da palavra era simplesmente ser rejeitado, e sinceramente, isso não existe mais.
Os NERDS agora foram subdividos, GEEKS, FREAKS, GAMMERS, COSPLAYERS, OTAKUS, ROLE PLAYERS, HACKERS, LAMMERS, EMOS (infelizmente temos que concordar que o tratamento dado a eles é o mesmo dado a NERDS no começo dos aos 80), pra que essa divisão? Pra vender lógico.
Não quero desmerecer, mas sinceramente, essa nova geração literária, para mim é fast-food mental… Tudo Barrados no Baile no mundo dos bruxos, dos vampiros e etc… Traminhas-adolescentes-emo-existencialistas.”
Enfim, opiniões e considerações pessoais à parte, já segui o conselho de Geraldo e fiz minha encomenda da trilogia Fundação (a venda em qualquer boa livraria virtual). Ela realmente merece um espaço em minha estante e na estante de todo aficionado por ciência. Abraços fraternos a todo mundo!
Isaac Asimov é meu autor favorito, e Fundação uma obra excepcional, especialmente se consideramos os vários outros livros adicionados à trama posteriormente. Crônicas da Fundação, por exemplo, chega a ser solene em seu encerramento definitivo da saga.
Que é nerd de verdade sabe. O nerd é muito mais Star Trek que Star Wars. É muito mais RPG que videogame. É muito mais xadrez que futebol. Qualquer idiota que nasce nessa geração é “geek”, afinal cresce no meio da tecnologia. Mas se você não sabe programar, não é geek em lugar nenhum.
Mas, enquanto essa galera estiver se achando nerd e criando um mercado imenso, eu estou feliz, tem muito mais coisas legais aparecendo e acontecendo para os nerds de raiz. :)
@Daniel Anand, Bem, eu confesso que descobri tardiamente as obras do bom professor. Sem sombra de duvida excepcionais! Tambem são recomendaveis as obras de Carl Sagan, Arthur C. Clarke, Sthepen Hawnkings, joseph Campbell.
Mas para relaxar não tem jeito: quadrinhos, literatura infanto-juvenil, filmes pipoca, entre outros tantos formatos descontraidos.
^^
Eu, particularmente, acho rótulos uma coisa bem idiota =)
Asimov é um dos meus autores favoritos, não se discute o quão importante ele é para a literatura. Porém, na minha opinião de leigo, desmerecer uma obra infanto-juvenil qualquer como “fast food mental emo existencialista blá blá blá” só por que quando adulto leram outros autores melhores é um tipo disfarçado de “o meu é maior que o seu”.
E o texto me lembra um pouco uns anos atrás quando ouvia coisas do tipo “não quero que RPG se torne popular pra não ser modinha”. Hoje estes mesmos “defensores da obscuridade” reclamam que o mercado está ruim e que o jogo está em crise por falta de novos interessados.
@Armageddon, tô contigo.
@Armageddon, As obras infanto juvenis atuais tem seus meritos, afinal como fazer uma juventude preguiçosa voltar a ler livros? Como fazer para direcionar sua atenção a um mundo imenso de conhecimento?
Obras como a série crepusculo, harry potter e correlatos servem como trampolim para saltos literarios maiores.
O que não dá pra entender é como uma sociedade com facil acesso ao conhecimento consegue enburrecer tanto (Não fuja classe média é você que estou apontando!).
O intuito do texto não é dizer que “exclusividade” é o melhor para a “pequena subcultura seleta e miope” que representamos, mas sim que devemos continuar incentivando a leitura, o contato de midias que podem fazer a diferença no futuro de uma meninada que se rotula e que acha mais gostoso consumir por consumir.
Abraço grande e muito obrigado por suas observações!
^^
@Armageddon,
Armageddon, eu também acho rótulos, isso fica claro no 4º parágrafo, e no começo do parágrafo do FAST FOOD MENTAL, eu de cara digo que não quero desmerecer o mesmo, chamo dessa forma unicamente por se tratarem de livros com rápida assimilação, sem necessidade de digerir o que foi lido, abaixo (no rabo da gata) eu explico melhor o que eu escrevi.
@Gnuclear, opa, comentei especialmente por que na minha opinião não tenho como chamar uma obra literária (por pior que seja o enredo e os personagens na minha opinião)de Fast Food depois de ter crescido consumindo gibis Marvel e vendo filmes na Seção da Tarde =)
Que há bilhões de autores não apenas melhores mas como também mais criativos não resta dúvida. Mas sem esses livros “arrasa quarteirão” que trazem as pessoas para o hábito da leitura, boa parte dos escritores “complexos” por falta de um termo melhor agora estariam passando fome.
Pelo menos é o que eu acho. Posso estar total e completamente enganado também hehe
Concordo com no que diz sobre ser nerd hoje é bem diferente do quer ser nerd no passado… e também concordo com o Daniel que o mercado maior cria mais coisas interessante e neste caso os nerds inteligentes de verdade saberão filtrar e ficar com o que melhor lhes agrade e que ainda tenha uma “qualidade NERD original”….
Tambem acho que nerd é mais Star Trek do que Star Wars…muito mais xadrez do que futebol e claro muito mais RPG do que video Game….
alias já cheguei atrasado do recreio na escola (para uma aula de ingês) uma vez por causa de uma partida de xadrez… fui mandado pra diretoria… rsrsrs o diretor me mandou de volta pra biblioteca pra terminar a partida… com a condição de não me atrasar outra vez… rsrsrs Nossa tem mais de 12 anos que não jogo xadrez…. huahauhuauahu
@Leonardo, Eu sinto falta do club de xadrez de minha faculdade. E sinto ainda mais falta dos tempos clássicos dos jogos de tabuleiro com a familia de noitinha!
=D
[...] post é uma resposta ao O NERD desvirtuado… do pensotopia, mas pode ser lido independentemente. Boa [...]
O comentário ia ficar muito grande, então fiz esse post: http://guerrasdraconicas.wordpress.com/2009/11/23/resposta-o-nerd-desvirtuado…/
@rsemente, Antes de mais nada muito obrigado pelo prestigio de ter nos visitado, e principalmente por ter contribuido com um post interessante como o seu.
Quando vi o primeiro filme da saga crepusculo junto com minha esposa imaginei se a autora da série de livros em sua adolescência não foi uma voraz consumidora de livros da white-wolf! =D
Todo mundo começa de algum lugar não é?
Entenda que a preocupação é de que a juventude deste momento esqueça a imensidão de obras e conhecimento produzidas até hoje. E que estão ai de graça, nos acervos de bibliotecas, nos sites do governo, entre outras fontes. E a partir da descoberta desta fonte: produzir! E não apenas ficar parado vitima da moda de consumo do momento.
Abraço grande e seja sempre bem vindo!
^^
No final tudo virou nicho e mercado. É mais ou menos como ser vegetariano nos dias de hoje, quem se importa que as verduras orgâncias que se comem nos EUA, venham da Argentina. Ou as vaquinhas criadas no pasto, comam apenas 20% de soja transgênica. Com nerd virou a mesma coisa, de excluídos para nicho de mercado, e todo mundo sabe que quanto menos se pensa, mais se consome.
Acho que as rotulações são inevitáveis, basta que o grupo cresca, é natural que surjam variantes. E concordo com o comentário de Daniel Anand, fica melhor para os mais true nerds, este aumento da oferta de produtos, pena que é inegável a queda de qualidade dos “grandes lançamentos”. Acredito que é que é passivel de discussão todo este aperente benéfico ganho em termos de quantidade.
@Danielfo,
Zygmunt Bauman na cabeça.
@cochise, Cochise, seu intelectual-fu é muito forte. Ainda não conhecia as teorias sobre consumo desta figura. Abraço forte e obrigado pela dica (mesmo que indireta) de mais um autor interessante.
^^
@Will Figueiredo,
Pois, malditos velhos que “roubam” minhas ideias!
Eu quero ser psico-historiador quando crescer.
Antes de Bauman, veja os pais da Teoria Crítica. Max Horkheimer e Theodor Adorno. Ele bebeu tudo de lá.
E um dos grandes problemas e hoje em dia não encontrarmos NERDS como antigamente, foi ocasionado também, fora outras inúmeras coisas, mas pela massificação da sociedade, ou seja, pela Industria Cultural.
@Theo,
@Theo,
Mas eu gosto muito deles também.
Adorno, Horkheimer, Walter Benjamim e Anna Harent.
A questão é que todos eles escreveram suas obras no limiar da pós modernidade e a indústria cultural carece por exemplo do conceito de supermercado cultural para fazer completo sentido nos dias de hoje.
@cochise, Não existe pós-modernidade. E o que seria supermercado cultural???
@Theo,
Discordo do nome. Acho que podiam ter feito algo melhor afinal de contas.
Mas que existe existe. O mundo moderno é o mundo dos absolutos, das grandes verdades. O mundo pós moderno é o do fragmentário, vago, fluido.
Supermercado cultural é um conceito de baumam. É o mundo onde todas as identidades são compráveis. É reduzir o emo à blusa xadrex e o grunje à blusa de flanela. E alternar entre essas identidades é simples, basta comprar o produto e usá-lo.
Todas as culturas são acessíveis em um grande supermercado. Todas elas se tornaram os produtos que a identificam e deixaram de ser identidades no sentido antigo da palavra.
Por isso é possível ver punks jogando Yu Ghi Ho quando o desenho volta a passar na rede globo.
Por isso ser Otaku é apenas consumir quantos produtos nipônicos puder. Por isso o otaku segunda quarta feira é o playboy e no sábado é capoeirista.
Supermercado cultural ainda continua sendo uma extensão de Industria Cultural. Tudo leva ao consumo.
Sobre sua opinião sobre a modernidade, eu discordo. Ainda somos modernos. Temos problemas da Modernidade que ainda não foram resolvidos. Logo, continuamos modernos. É tanto, que a pós-modernidade já terminou. Por isso, acho problemático afirma já de cara que a modernidade acabou. Afinal, não estaríamos voltando ao pensamento kantiano.
Eu concordo bastante com o Armageddon.
Não faz sentido dizer que o nerd foi desvirtuado… Ele nunca teve muitas virtudes, :P
Meses atrás li um post similar no Contraditorium e, sinceramente, acho isso muito infantil. É muito similar a birra com a 4ª ed. do D&D. ‘Antigamente o RPG era melhor, os nerds eram de verdade…”.
Sei lá, parece que o saudosismo embaça os olhos. Star Trek fez muito sucesso 30 anos atrás, mas comparado a sci-fi de hoje, a série parece cômica. Eu pelo menos morro de rir com as ‘voadeiras de corpo inteiro’ do capitão Kirk.
AD&D era muito torto, tosco. O D&D 4ª ed. aparou várias arestas mas ele continua beem antiquado – ele ainda é baseado nos mesmos paradigmas, na mesma forma de se jogar.
E bem, concordo que o emprego do termo mudou muito, mas antigamente ser nerd era algo pejorativo, hoje parece ser positivo, parece mesmo estar na moda.
E eu gosto bastane de Isaac Asimov, mas convenhamos, ele é um escritor bem mediano. O conteúdo de seus livros costuma ser muito interessante, mas seu domínio da escrita não é nada admirável.
Sua técnica é tão boa quanto a da J.K. Rowling, por exemplo. Ele não demonstra tanta habilidade no texto como Susana Clarke, José Saramago ou, sei lá, Lemony Snicket (da obra infanto-juvenil ‘Desventuras em Série’). E na ficção cientifíca existem autores contemporâneos que o superam em muito, como Charles Stross.
O fato de assuntos considerados nerds (como ficção científica, fantasia e super-heróis) estarem na moda permite que mais livros sejam publicados e quanto mais livros, mais porcarias e também mais espaço para novas pérolas. Apesar de a maior parte das boas publicações sempre terem saido por meios independentes (sejam livros, filmes ou música).
Eu também me sinto ameaçado, as vezes, por ter minha área de segurança invadida. Por ver pessoas que não correspondem ao estereotipo de nerd, tratando ou se interessando nos meus assuntos. Mas, respiro fundo e deixo de ter 12 anos!
Que gostem de RPG e ficção científica. O meu é maior que o deles. :P
Braços!
@Fagner lIma, Fagner, obrigado pelas considerações, são muito esclarecedoras. Nem sei o que escrever com tantos angulos discutidos nos posts anteriores. Mas posso dizer que sinto falta de:
A) Mais ciência;
B) Uma certa ingenuidade criativa;
C) Espaço para busca destes valores;
Pois no meio desse mar de fãs de produtos “nerds” são poucos os que podem somar com algo de util a sociedade (reforçando eu falo dos fãs). Sejam produzindo conhecimento, tecnologia ou novas idéias sociais de transformação.
Lembra do tempo da feira de ciência? Quando alguêm desenvolvia uma mega maquete eletrica, um modelo quimico ou planetario. É isso que faz falta.
Espero algum dia bater um papo de bar contigo e o resto da turma! Abraço grande e novamente muito obrigado por suas considerações!
^^
Quando respondi o E-mail de Will não imagina que poderia terminar assim, só imaginei isso quando ele disse que ia colocar aqui no pensotopia.
Algumas partes do que escrevi originalmente, naturalmente não foram bem entendidas, normal, quem não conhece meu humor sempre vai entender de forma “errada” o que falo, o Elfo e Will sabem bem como sou. Não vou me defender, apenas explicar o que já disse anteriormente.
Essa nova geração literária, eu não acho ela “negativa” pelo contrário, Harry Potter, Crepusculo e etc, tem seus méritos, fazer a geração, do final dos anos 80 começo dos 90, ler, sem dúvidas é uma tarefa muito complicada, essa geração tinha tudo pra não ler mais. O que chamei de FAST FOOD mental, é unicamente pela forma que são escritos, livros de fácil consumo, isso não é tão ruim, afinal é necessário trazer a leitura as pessoas, e não levar as pessoas a leitura, então temos que escrever algo que possa ser facilmente assimilado, e só pra deixar claro, eu leio sim dessa nova geração vou me dar de presente o livro novo de Dan Brown.
Traminhas-adolescentes-emo-existencialistas, por que se escreve tanto nesse contexto, apenas mudando o tema??? Vampiros, bruxos, lobisomens, meta humanos… SIMPLES, isso vende, e isso também não é ruim, eu é que não gosto, mas esse é meu gosto pessoal, não vou jamais colocar meu gosto pessoal a frente de uma análise (deixo isso pra meu irmão que Will e o Elfo bem conhecem). Mas tá lá, escrito, romancinhos, triângulos amorossos, dúvidas da adolecência… mas gente, eu já passei da idade de ler essas coisas, não me identifico mais, eu já passei por esses traumas e dúvidas adolescentes, querer que isso me agrade é pedir demais.
Com meu texto minha intenção era unicamente destacar a questão do mercado, a transformação de uma tribo e produto de consumo, o mundo é assim, essa é a “evolução” natural das micro sociedades capitalistas. Essa não foi a primeira vez, basta lembrar dos anos 50, a juventude desvirtuada (favor anotar esse ponto em breve retomarei), garotos malvados em motocas, usando jaquetas de couro e um bagulho chamado brilhantina… pra quem não notou, o esteriótipo do “marginalzinho” todo mundo queria ser assim… Nos anos 70 se repetiu isso com os Hippies (os verdadeiros, depois posso manda um post sobre hippies), e depois entre os 70-80 com os Punks. O que temos em comum entre essas tribos? Simples são todos grupos que nasceram marginais, marginal no sentido de estar a margem da sociedade, e não de serem bandidos (não geralmente), mas tudo isso foi embalado e empacotado e vendido… Originalmente os NERDS também eram marginais, em um mundo de mauricinhos e patricinhas, eram os nerds marginais.
O que é bom, e o que é ruim, não cabe a mim decidir, e também não vou ser maniqueista a esse ponto…
P.S.: Will me falou que EU tinha usado esse post pra inflamar uma discução em um grupo na NET, bom, decididamente não fui eu.
Sinceramente? Achei um absurdo dizer que emo é uma subivisão de NERD, mesmo o tratamento sendo o mesmo, emos surgiram à partir da música. =O
Se os nerds de antigamente vivessem com as tecnologias se hoje em dia, também seriam consumistas, a questão é o avanço tecnologico, e a lógica é mudar ainda mais.
[...] Referência: pensotopia.com.br Digg it Bookmark it Add to [...]
Bom dia, meu nome é Luiz Fernando. Estou aqui para dizer que fazem quase 24h que eu não posto nada de novo em meu blog…Alguém aí quer bater palmas para mim ou me dar um abraço?
XD
Excelente post, agora vou pro Pergaminhos ler a resposta à este post!
Zé, achei muito interessante esse seu post. Inclusive concordo com seu posicionamento. Infelizmente a sociedade está ficando mais preguiçosa, mais burra, e com os modismos atuais gerados pelo consumo de coisas supérfulas, infelizmente os NERDS do passado estão virando figurinhas raras de colecionadores, ou seja, o conceito foi subvertido.
Irei atrás dessa referência bibliográfica sobre a obra Fundação.
Abraços