O Comum é incomum

brueghel-tower-of-babelNestes tempos de reforma da Língua Portuguesa (que só o Brasil se apressou em fazer) estamos ainda confusos com as famigeradas novas regras. Enquanto uns defendem-na por representar avanços na unificação da língua de Camões, outros acreditam se tratar de medida inoportuna, mais em sintonia com interesses econômicos das Editoras do que com as culturas locais.

Enquanto os lusófonos debatem, os rpgistas não se preocupam com isto. Tudo é bem mais simples no nosso reino. Em campanhas de Sci-Fi, basicamente só existem dois idiomas na Galáxia, “A língua humana” e “ A língua alienígena”. Apesar dos Dróides de Protocolo conhecerem mais de dez mil delas, uma parca meia dúzia é mostrada. Se sua raça não fala “humanês” ou “alienês”, é porque deve ser muito exótica! Em Star Wars, os mais famosos exemplos são Wookie e o Ewok. O restante das raças acabam tendo mais uma variação no modo humano de falar (como Yoda e Jar Jar Binks) do que uma língua materna.

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10 Regras do jogador de RPG exemplar

11Eu adoro mestrar e, embora não deteste jogar, não me divirto muito quando estou olhando para o anverso do escudo do mestre. De 1996 para cá, eu decidi que iria apenas mestrar e de fato, dá para contar nos dedos das mãos quantas vezes participei de uma sessão de RPG sem ser o mestre desde então. Foi assim, me “especializando” nesta faceta tão especial do RPG, que acabei juntando tantos e tantos livros e acumulando tantas experiências (para o bem ou para o mal) relacionadas a nosso querido hobbie.

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Post de agradecimento

 

 

Minha coleção e o mapão!!!

Não sei vocês, mas eu adoro jogar RPG com mapas. Tenho um monte deles, no mínimo um para cada dos jogos “mainstream” (é mapa de 2020, Paranoia, Forgotten, Fading Suns, Star Wars, Serenity, Shadowrun, Ars Magica, L5R, Earthdawn… por aí segue).

Mas de longe o jogo para o qual tenho mais mapas é Dragonlance. Os mapas de Krynn são os meus favoritos entre todos o que tenho.  Devo ter uns 12 ou 15 mapas de regiões de Krynn (sem contar os que estão no meu Atlas de Dragonlance) e também, agora, o mapa que é o motivo deste post, um mapa medindo 1,60m por 1,20m que ganhei do meu amigo João Paulo (que é/foi o organizador do RPG & Cultura).

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RPG, da ordem ao caos

Tempos de decadência

Tempos de decadência

Hoje resolvi investigar as causas primárias, as bases de formação lúdica que trariam afinidade entre brincadeiras do passado e jogos do presente. O RPG, no Brasil, é um fenômeno dos anos 90,  mas em um passado não tão remoto, os jogos de imaginação não se resumiam ao mero role-playing. Havia vários outros jogos.

Na infância “oitentista”, existiam  action figures os bonecos.  Quem teve algum (coisa que naquela época era muito comum), deve se lembrar que os meninos simulavam uma reconstituição alternativa dos episódios da TV e em uma brincadeira coletiva, todo mundo acrescentava um pouco da sua criatividade à “estória”. Brincar com bonecos não era muito diferente de brincar de RPG. As meninas também tinham sua parcela de jogos de interpretação, mas me arrisco a dizer que brincar de casinha era bem mais focado em interações sociais do que em ação. Enquanto os meninos brincavam com os Personagens, as meninas brincavam com os NPCs (LOL).  Mas independente das tramas que eram construídas, ambas tinham suas complexidades de interação.

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Resenha: Scion Hero

Em Scion:Hero, os jogadores assumem o papel de filhos de divindades dos mais variados panteões e se engajam na luta milenar contra os Titãs. Muita gente define o jogo como um “Exalted modernoso”, mas a despeito do sistema em comum e das “aloprações exaltadas”, Scion traz uma experiência diferente e tem um sabor que é só seu. Particularmente, gosto mais do Scion do que do Exalted, embora não seja exatamente um grande fã de qualquer dos dois.

Pois bem, o jogo publicado pela White-Wolf foi e cujo o desenvolvimento foi encabeçado por John Chambers (Aberrant, Mage 3rd e Exalted 2nd), é apresentado em um volume de capa dura com 334 páginas. A arte é muito bonita e só de admirá-la o jogador já entra no clima de fantasia moderna. As páginas que apresentam os panteões e suas divindades, são todas coloridas, ao passo em que o restante do volume é impresso em tons de cinza.

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