Nestes tempos de reforma da Língua Portuguesa (que só o Brasil se apressou em fazer) estamos ainda confusos com as famigeradas novas regras. Enquanto uns defendem-na por representar avanços na unificação da língua de Camões, outros acreditam se tratar de medida inoportuna, mais em sintonia com interesses econômicos das Editoras do que com as culturas locais.
Enquanto os lusófonos debatem, os rpgistas não se preocupam com isto. Tudo é bem mais simples no nosso reino. Em campanhas de Sci-Fi, basicamente só existem dois idiomas na Galáxia, “A língua humana” e “ A língua alienígena”. Apesar dos Dróides de Protocolo conhecerem mais de dez mil delas, uma parca meia dúzia é mostrada. Se sua raça não fala “humanês” ou “alienês”, é porque deve ser muito exótica! Em Star Wars, os mais famosos exemplos são Wookie e o Ewok. O restante das raças acabam tendo mais uma variação no modo humano de falar (como Yoda e Jar Jar Binks) do que uma língua materna.
Eu adoro mestrar e, embora não deteste jogar, não me divirto muito quando estou olhando para o anverso do escudo do mestre. De 1996 para cá, eu decidi que iria apenas mestrar e de fato, dá para contar nos dedos das mãos quantas vezes participei de uma sessão de RPG sem ser o mestre desde então. Foi assim, me “especializando” nesta faceta tão especial do RPG, que acabei juntando tantos e tantos livros e acumulando tantas experiências (para o bem ou para o mal) relacionadas a nosso querido hobbie.

Em Scion:Hero, os jogadores assumem o papel de filhos de divindades dos mais variados panteões e se engajam na luta milenar contra os Titãs. Muita gente define o jogo como um “Exalted modernoso”, mas a despeito do sistema em comum e das “aloprações exaltadas”, Scion traz uma experiência diferente e tem um sabor que é só seu. Particularmente, gosto mais do Scion do que do Exalted, embora não seja exatamente um grande fã de qualquer dos dois.