Bodegas & Bebuns: Um guia para tavernas

Beber...

Beber...

Em um mundo de fantasia medieval, existem dois locais das cidades que servem de referência para a maior parte das aventuras. Um é o castelo, onde, geralmente, se recebem as missões de algum tipo de autoridade local. O outro é a taverna, onde os rumores e anúncios de perigos são feitos, o que acaba por também iniciar uma aventura.

Ao contrário do castelo, a taverna consta de pouca descrição e detalhamentos nos livros básicos e até completo ostracismo no material suplementar – só localizei dois livros publicados, o The Book of Taverns da Necromancer Games e o Waysides – The Book of Taverns da Eden Odissey. É incrível como algo tão recorrente tenha ficado tão à margem da história.

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Resenha: Dragonlance Fifth Age

A esta altura do campeonato todo mundo que lê isso aqui já deve estar ciente de que sou um grande fã dos jogos de ficção científica. No entanto, nem só de sci-fi vive o homem e isto é especialmente verdade quando o homem em questão é um rpgista. Apesar de não ser um entusiasta do D&D (coisa que quase todo mundo parece ter se tornado de uns anos para cá) eu sou um entusiasta de um dos grandes cenários do D&D, o Dragonlance, que para mim é o cenário de fantasia medieval mais divertido de mestrar (aliás, é o que estou mestrando atualmente)  e fico especialmente entusiasmado quando falo do sistema de RPG moldado especialmente para o Dragonlance, o sistema Saga (ok, sei do Marvel Adventure game que também usa o sistema Saga, mas não interessa, este é “O” sistema para se jogar Dragonlance).

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Uma nova guerra santa

E adivinha quem são os monstros?

E adivinha quem são os monstros?

As almas de nossas crianças estão sendo destruídas! – alerta do Pr. Jairo Gonçalves aos pais, psicólogos e educadores sobre a influências malignas de jogos e desenhos animados nas vidas de nossas crianças!

O Alerta Geral para as hostes celestiais soou a 19 de março de 2009, no site www.assembleiadedeusnl.org. O pastor de Nova Lima ainda enfatiza a vigília dos pais contra um jogo chamado de RPG pelas deformidade que estes provocam no “caráter das crianças, quanto à formação nelas do espírito de justiça social, solidariedade, respeito e obediência aos pais e autoridades, amor e confiança em Deus-Pai.” Num ensaio típico, o religioso exorta o jogo pela influência esóterica que ele projeta, além da profunda sede por conhecimento místico obscuro que provoca nas crianças, principalmente na era dos MMORPG.

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Quem vigia os Vejilantes?

vejaSei que já faz vários dias que Watchmen estreou no Brasil (06/03) e inclusive achei que algum dos colegas do blog escreveria a crítica do filme, o que acabou não acontecendo, apesar do filme merecer. Então resolvi eu mesmo fazer uma crítica, mas não do filme, das críticas.

Dei uma olhadinha na Veja nº 2102, de 4 março do corrente, e lá a crítica de filmes Isabela Boscov teceu opiniões sobre a trama. Após ler a matéria intitulada “CHEIO DE SOM E FÚRIA…” fiquei na dúvida: Qual o objetivo de um texto vagabundo desses? Espantar um bando de proletários neo-liberais das salas do cinema? Se for isto, pode ser que tenha conseguido; quem nunca assistiu filmes de super-heróis, vai continuar sem assistir; mas quem sempre assiste, não vai mudar de opinião. Eu sou uma das pessoas que não mudou de opinião e resolvi fazer uma pequena defesa do filme. Não é o melhor filme de todos os tempos, mas é um dos melhores filmes de super-heróis, que  é um  gênero de filmes! Mas para uma pessoa que criticou o filme Sweeney Todd, de Tim Burton, por achar que não deveria ser cantado e sim falado, creio que ela não saiba fazer este tipo de diferenciação. Quando assisto um romance, vou ao cinema com um espírito diferente de quando eu vou assistir um filme de ação. Ainda bem que o nossa boa e velha economia de mercado está trazendo produtos de interesse da geração anos 80, pois estamos com força econômica para isto. Agora, crítica à crítica.

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O RPG de Einstein, Hawking, Dawkins & Shakespeare

Vou abordar um assunto bem manjado no RPG. Que postura o mestre/narrador adota em relação às regras do jogo? Meu objetivo é classificar os estilos de mestragem e para falar um pouco sobre isso, escolhi algumas personalidades conhecidas para darem “um ponta-pé inicial” no tema. Provavelmente alguns jogadores já ouviram falar das famosas frases de Einstein e de Hawking sobre dados e isto já deve ter feito mais de uma pessoa abordar o tema usando as citações famosas. Resolvi apenas estender um pouco mais a idéia para outras importantes personalidades.

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Entrevista na Jambô Editora

Olá pessoal. Mais uma segunda e novamente estou aqui, mas esta semana não trago nenhuma resenha como de costume, mas sim uma entrevista. Tive de vir inesperadamente aqui para o Rio Grande do Sul para visitar meu avô que anda meio adoentado e aproveitei para visitar o pessoal da Jambô Editora, que publica Mutantes & Malfeitores, Tormenta e Reinos de Ferro.

O entrevistado foi o Guilherme Dei Svaldi, editor da Jambô e claro, leitor do Pensotopia. Espero que vocês curtam e que perdoem minhas eventuais falhas jornalísticas (afinal sou advogado, não jornalista – hehehe).

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lei e justiça

Golem do concurso público

Golem do concurso público

- Gustav seu tolo!!! Chamaste a atenção da guarda!

- Rá! A alabarda de Graythorn dará cabo deles mais rápido do que eles podem gritar!

- Vocês esquecem dos abutres  que delatarão cada passo da nossa fuga ao feiticeiro que comanda esta cidade?

- A flecha de Gustav pode acertar as asas de um beija-flor! Ora Haramond, não se preocupe, são só mais uns soldadinhos de papel… – diz o guerreiro.

-O que não posso é compactuar com as violações estúpidas de ambos contra os costumes e códigos de cada cidade deste reinado!

- Tá,tá! Vá logo preparando umas daquelas suas magias de fogo, nesta cidade vamos precisar.


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Resenha: Twerps

Esta semana fiquei dividido entre uma resenha de Dragonlance 5th Age ou uma de Scion, fiz metade da resenha de cada um dos jogos e no fim das contas acabei me decidindo pelo Dragonlance. Como é o jogo que estou mestrando atualmente para um grupo muito empolgado, perguntei aos jogadores e alguém queria participar da resenha escrevendo um ou dois parágrafos sobre suas impressões a respeito do jogo… Mas ninguém fez nada durante a semana, sábado tivemos uma sessão de RPG-Churrasco que consumiu o dia todo e domingo, bem domingo é domingo… Acabei esperando tempo demais e não saiu!

Pois bem, hoje de manhã me vi com duas resenhas pela metade e sem condições de terminar qualquer uma delas. Peguei-me pensando em algum jogo que fosse simples a ponto de eu poder escrever uma resenha em meia hora, sem ter de pegar nenhum livro para me lembrar de nada mas também sem ser injusto com o jogo. O primeiro título que me veio à mente foi o Twerps.

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Será que os antigos romanos jogavam RPG?

Há algum tempo, o site de leilões Christie’s leiloou por $17,925 dólares um dado romano do século 2dc, feito em vidro e com vinte faces. É um d20 de quase dois mil anos!

Existem outros tipos poliedro com símbolos similares, feitos dos mais variados matérias e no mesmo período, mas duvido que os antigos Romanos tenham utilizado qualquer deles para jogar jogos de representação de papéis.

Embora eu creia que eles fossem adorar o RPG , não há prova de que jogavam qualquer coisa parecida, mas se jogassem, não ia ser boa idéia matar o personagem de algum figurão psicótico (imagino a cara de Nero depois do seu bardo de vigésimo nível ser morto por um kobold…). Mas já pensou o pessoal jogando latim? É bem mais legal gritar “maxima plaga” do que acerto crítico – hehehe!

Apesar de o site da Christie’s afirmar que os acadêmicos não tem certeza de para que fim o dado era utilizado, sei que mais ou menos na mesma época havia um jogo criado pelo imperador Pertinax (1 de agosto do ano 126 – 28 de março do ano 193) em que se separavam 20 grupos de 20 escravos e um dado era rolado quatro vezes, duas para definir dois grupos e outras duas para escolher um escravo de cada grupo. Os escravos então lutavam até a morte. No entanto, não sei se o dado era este, pois os algarismos no dado não parecem ser romanos e tão pouco são arábicos.