Segunda de carnaval, todo mundo de ressaca (e/ou sem dormir por conta da cerimônia do Oscar) e cá estou eu, gastado pontinhos de força de vontade para trazer minha resenha semanal, que quase não sai, pois passei a semana passada toda lendo Scion para poder mestrar para o pessoal do meu grupo que não viajou no feriadão. Bem, não é do Scion que quero falar hoje, mas sim de um jogo nacional. O auto-intitulado primeiro jogo de RPG genuinamente brasileiro, o Tagmar.
Faz facilmente uma década que não mestro este jogo, o que me obrigou a dar uma geral rápida no livro básico antes de escrever, portanto já peço desculpas desde logo caso me esqueça de alguma coisa muito relevante.
Para quem não conhece, Tagmar é um jogo de fantasia medieval no melhor estilo Tolkieniano, com elfos, anões, hobbits (que no livro são chamados simplesmente de pequeninos), humanos e todo o resto. Além disso, há toques de culturas e mitologias variadas (como a celta e a nórdica por exemplo) mas o clima que impera no cenário é de Europa medieval. O jogo, lançado em 1991, é apresentado em um livro de capa mole, publicado pela extinta editora GSA e é de autoria de Ygor Morais, Marcelo Rodrigues, Julio Augusto e Leonardo Nahoum. O interior é todo em preto e branco e a arte, varia de razoável a muito ruim.
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