Pensamentos em fevereiro, 2009

As 7 piores profissões da fantasia medieval (7ª) – O pescador

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 26 - 2009

Semana passada peguei um leviatã!

Semana passada peguei um leviatã!

- Te devo uma por me livrar a pele daquele estripador, Seith!
- Saudações aos Deuses por me trazerem em boa hora. Não me permitiria vê-lo desvanecido Alex! Atormentador seria se vossa força plena não se fizesse. Em treva Doros preso se encontra e perdemos a maça. Onde está o gnomo?
- Foi com o corpo do maluco que você  flechou, acho que ele irá investigar quem aquele ‘cara’ era?
- Requererás que Endranplik seja prudente e nos encontre em nossa nau. Hei de relatar algo de eminente relevância!
-Elfos! Faaalam como se tivessem todo tempo do mundo!

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Resenha: Tagmar

Pensado por Luiz RGF Em fevereiro - 23 - 2009

Tagmar

Segunda de carnaval, todo mundo de ressaca (e/ou sem dormir por conta da cerimônia do Oscar) e cá estou eu, gastado pontinhos de força de vontade para trazer minha resenha semanal, que quase não sai, pois passei a semana passada toda lendo Scion para poder mestrar para o pessoal do meu grupo que não viajou no feriadão. Bem, não é do Scion que quero falar hoje, mas sim de um jogo nacional. O auto-intitulado primeiro jogo de RPG genuinamente brasileiro, o Tagmar.

Faz facilmente uma década que não mestro este jogo, o que me obrigou a dar uma geral rápida no livro básico antes de escrever, portanto já peço desculpas desde logo caso me esqueça de alguma coisa muito relevante.

Para quem não conhece, Tagmar é um jogo de fantasia medieval no melhor estilo Tolkieniano, com elfos, anões, hobbits (que no livro são chamados simplesmente de pequeninos), humanos e todo o resto. Além disso, há toques de culturas e mitologias variadas (como a celta e a nórdica por exemplo) mas o clima que impera no cenário é de Europa medieval. O jogo, lançado em 1991, é apresentado em um livro de capa mole, publicado pela extinta editora GSA e é de autoria de Ygor Morais, Marcelo Rodrigues, Julio Augusto e Leonardo Nahoum. O interior é todo em preto e branco e a arte, varia de razoável a muito ruim.

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As 7 piores profissões da fantasia medieval (6ª) – Mineiro

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 19 - 2009

Preserve os elementais da terra

Preserve os elementais da terra

Depoimento extraído do processo concluso no primeiro conto da série.

Promotor-feiticeiro – Chamo para depor a testemunha chave do processo, meretíssimo. A criatura tem um relato pormenorizado dos fatos.

Advogado- Data vênia! A raça goblin não está autorizada a depor neste julgamento!

Juiz-sacerdote – {Silêncio} Advogado! O depoente não é um goblinóide. Monstro, jura dizer a verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade?

Depoente – Claro! O senhor acabou de me enfeitiçar para isto…

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Resenha: SLA Industries

Pensado por Luiz RGF Em fevereiro - 16 - 2009
Capa - clique para ampliar

Capa - clique para ampliar

Para variar, catei na prateleira mais um jogo de ficção científica, com uma dose massiva de elementos cyberpunk, mas que desta vez tem o diferencial de trazer uma boa dose de horror e claro, armas enormes e sangue (aliás, muitas armas enormes e muito sangue, mesmo tratando-se de um jogo cyberpunk). Este meus caros, é um legítimo RPG Lombardi: você ouve falar, mas nunca vê! Trata-se do SLA Industries (se pronuncia “slay”, que significa assassinar), um jogo escocês do qual quase todo rpgista já ouviu algo a respeito, mas muito poucos jogaram de fato, daí o status de jogo Cult que SLA Industries acabou adquirindo.

A primeira edição do SLA vinha em um livro de capa mole (que por sinal tinha a fama de se desmanchar). A versão revisada (ou 1.1 para os íntimos) é a que tenho aqui em casa, sendo, portanto a que vou abordar nesta resenha. Ela vem em um livro de capa dura, publicado pela Nightfall Games, escrito por Dave Allsop e contando 304 páginas. O livro, no entanto, ainda guarda alguns problemas de revisão, pois tem alguns parágrafos contraditórios ou vagos e de difícil compreensão (especialmente na sessão de regras). Além disto, ainda é possível encontrar alguns trechos no livro onde o texto soa incompleto ou faz alusão a coisas que simplesmente não estão onde deveriam estar. Particularmente, acho a leitura do manual do SLA Industries bastante desagradável (chega ser frustrante algumas vezes), mas quando tudo está lido e você sente que o jogo “está na sua cabeça”, vale a pena. Para concluir, a arte é muito boa e em geral passa bem a tônica de violência e desespero que permeia o jogo e o acabamento físico do livro é ótimo.

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As 7 piores profissões da fantasia medieval- (5ª)-lenhador

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 15 - 2009
ganho +5 contra alvos imóveis.

ganho +5 contra alvos imóveis.

Alguns entram em certos locais por emoção, outros por profissão. Agradeça aos deuses por ter encontrado mais que um salário mínimo na última aventura.

3º lugar – O Lenhador

Markun Brazfäller era chefe de um grande grupo de anões e anãs lenhadores. Muitos no seu povo o consideravam excêntrico e outros que era apenas um cabeça-dura maluco. Mas, quando Markun recebia uma missão, costumava cumpri-la.

Bovdur Kriegsherr, o Senhor dos Anões, precisara construir um novo forte na fronteira, para a guerra contra os goblinóides, aquela que se arrastaria por décadas. Bovdur dispunha de rocha e metal em abundância, mas o reino dos anões era carente em madeira de lei. O time de Markun fora encarregado de explorar a fronteira sudoeste para consegui-la. O Senhor dos Anões planejara com o material, a construção de novas armas de cerco, que esmagariam as muralhas hobgoblin ao sudeste. Markun reunira seus camaradas e calculara em dez dias de trabalho o tempo para a equipe cortar a madeira exótica necessária. Depois mandaria contactar um destacamento de transportadores do exército e voltaria para receber o ouro dele.

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As 7 piores profissões da fantasia medieval(4ª)-o artista

Pensado por Danielfo Em fevereiro - 12 - 2009

Não tente se esconder nas sombras com isto

Não tente se esconder nas sombras com isto

Quando for em uma taverna não deixe de dar gorjetas. Nem todos os bufões estão influenciando as suas reações, alguns estão apenas arranjando um jeito honesto para sobreviver.

4ª- Artista

Tim é um halfling típico, carinha sorridente, jeito divertido, andar alegre e dono de uma engraçada risada. Ele é capaz de pular sobre aros de fogo sem se queimar, andar na corda-bamba sem cair, imitar vozes e projetá-las longe. É um bom cantor e dancarino, também  tocador de gaita. Além disso adora contar estórias e animar os outros.

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O Pensotopia

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